Sword Art Online Alicization – Awakening – Capítulo 20 – Parte 5

Arco: Sword Art Online Alicization Underword – Awakening

Capítulo 20

Sword Art Online Alicization - Asuna, Lisbeth e Silica

Parte 5

“Embora não tenha nada contra vocês, garotos…”

Apontando sua enorme espada para o exército vermelho, as palavras de Klein retumbaram pelas ruínas antigas.

“Vou devolver em dobro tudo que fizeram com minha amiga… não, o triplo… melhor ainda, devolverei mil vezes, seus malditos desgraçados!!”

Após declarar isso, se impulsionou diretamente para cima do inimigo. Asuna estava tão contente por aquela atitude, que por alguns instantes até esqueceu-se da dor de suas feridas profundas.

E quase ao mesmo tempo, outra série de símbolos brilhantes despencou à direita de Klein, formando também outra silhueta.

E no lugar do fenômeno, estava agora um homem musculoso e de pele escura como chocolate levando consigo um gigantesco machado de batalha.

“…Agil!!”

Asuna disse seu nome emocionada.

Quando o mercador de batalha, que havia assumido o posto de facilitador, provendo todo o tipo de recursos para os clearers de SAO, olhou para a garota, um amplo sorriso surgiu em seu rosto ao mesmo tempo em que apontava o dedo polegar para cima.

Depois disso, acompanhou Klein, correndo a toda velocidade.

Em seguida, mais duas pessoas apareceram bem em frente à Asuna.

Uma garota de cabelos curtos vestindo uma túnica marrom-avermelhada com uma proteção peitoral levando uma maça de prata na cintura juntamente com outra pequena menina, com as vestes semelhantes à primeira com o cabelo atado em dois rabos de cavalo de cada lado da cabeça.

“Liz! Silica!!”

Não conseguiu mais conter-se e seus olhos se encheram de lágrimas.

Toda a força deixou seu corpo enquanto estendia os braços para suas amigas.

“Vocês… realmente vieram…”

“É claro que viríamos!”

“Nós dissemos que viríamos, não é?”

Sorrindo, Lisbeth e Silica seguraram as duas mãos de Asuna e a trouxeram para perto de si para abraçá-la fortemente. Em instantes, as três estavam aos soluços.

“Como sempre, você se esforçou demais… olhe só esse monte de sangue, Asuna!”

“Deixe todo o resto com a gente, pois além de nós, tem muito mais pessoas vindo.”

Ao ser abraçada por Lisbeth e Silica, Asuna sentiu a dor das feridas que permeavam seu corpo se dissolver em uma sensação calorosa e aconchegante.

“Obrigada… muito obrigada…”

E através da visão borrada pelas lágrimas, ela viu outra chuva de caracteres brilhantes aterrissarem na entrada das ruínas.

Sword Art Online Alicization - Asuna, Lisbeth e Silica

E no lugar de cada uma daquelas manifestações, havia agora centenas de espadachins vestidos com armaduras resplandecentes que rapidamente tomaram a dianteira e começaram a agir.

“Esses pirralhos vermelhos são os inimigos! Vanguarda, ataquem sem piedade!! Acabem com todos eles!!”

Imediatamente, do agrupamento do exército de Defesa do Mundo Humano, partiu a ordem:

“A guarda em campo, retroceda temporariamente, curem-se e verifiquem suas incarnations!!”

Com o surgimento das novas tropas, os integrantes dos dois mundos gritavam orientações em sincronia, combinando seus movimentos como se sempre estivessem lutado juntos.

Rapidamente, trocaram informações na linguagem de Underworld, ou melhor, em japonês. Tão logo entraram em entendimento, elevaram suas espadas, machados e lanças e iniciaram a retaliação aos soldados vermelhos a frente.

A julgar por suas magníficas habilidades de combate, tanto individual quanto em equipe, era visível notar que se tratava de jogadores veteranos de VRMMO.

Então é assim…

Asuna finalmente conseguiu recuperar a linha de raciocínio, compreendendo a situação que se desenrolava diante de seus olhos.

Desde o momento em que os jogadores estadunidenses apareceram no campo de batalha, a taxa de aceleração de Underworld deve ter se fixado em 1:1 através da manipulação externa dos atacantes do Ocean Turtle. Logo, é compreensível que o pessoal do Japão também possa ingressar aqui usando seus AmuSpheres.

E a julgar pelo brilho de suas espadas e armaduras, denuncia que não devem estar usando as contas padrões dos guardas desse mundo.

Isso quer dizer que… eles converteram seus dados pessoais para vir aqui…

Eles de fato usaram as contas de seus personagens queridos, os mesmos que certamente estiveram melhorando ao custo de um tempo inacreditável, empenhando todos os esforços e dedicação para vir até… Underworld.

Fizeram isso mesmo não tendo a garantia de que poderão regressas aos seus mundos VRMMOs originais. Sendo mais precisa, se considerar a estrutura de Underworld, é provável que a informação de seus personagens acabem sendo apagadas no instante em que morram… e mesmo assim…. mesmo assim…

“Pessoal… eu sinto… sinto muito…!”

Com a voz embargada, Asuna se desculpou com suas duas amigas e também com os incontáveis espadachins que lutavam nas linhas de frente.

“Mas o que você está dizendo, Asuna?”

A voz de Lisbeth estava cheia de determinação.

“A razão pela qual fizemos nosso melhor em SAO e ALO certamente foi para nos aprontar para esse momento, para sermos capazes de proteger as coisas importantes nesse lugar.”

“V-Você está certa… sim… muito obrigada…”

Sussurrando em gratidão, Asuna assentiu com a cabeça.

Contudo, ainda havia algo que ela queria saber:

Quem havia avisado Lisbeth e os demais no mundo real sobre o que estava acontecendo em Underworld e ainda por cima, solicitado a ajuda de tantos outros jogadores?

Era improvável que Kikuoka e Higa, que estavam confinados na segunda sala de controle do Ocean Turtle, tivessem condições e tempo para formular e executar tal plano.

“Liz, Silica… Quem foi que os trouxe aqui…?”

Diante da pergunta, as duas garotas se olharam e sorriram.

“Mas isso não é óbvio, Asuna?”

“Foi a Yui! Ela deu o seu melhor para explicar o que podia sobre Underworld e todas as pessoas que moram aqui.”

Quando Asuna escutou essas palavras, seu coração apertou e lágrimas de felicidade brotaram de seus olhos.

Yui. Nascida como uma I.A. Top-Down no antigo SAO, a filha querida de Kirito e Asuna.

Sim… ninguém mais além dela poderia ter feito tal coisa. Conseguiu inclusive se antecipar aos planos dos atacantes, os mesmos que pegaram Asuna, Kikuoka e os demais de surpresa e ainda foi capaz de formular e por em prática uma medida para contra-atacar.

“… Muito obrigada, Yuizinha!”

Disse essas palavras carregadas de sentimentos no mesmo instante em que seu braço esquerdo decepado se regenerava por completo e se colocava em pé novamente, com sua roupa restaurada e todas as feridas que cobriam o corpo desaparecendo.

Então, uma voz muito tímida veio por trás dela.

“Hã… senhora Asuna? Essas pessoas são… quero dizer… esses cavaleiros são…?”

O Integrity Knight Renri estava parado logo ali, com um olhar estupefato e em suas costas, a guarda que tinha sido salva com expressão igualmente surpresa.

Asuna moveu os olhos de Lisbeth até o garoto guerreiro e os demais e após um breve instante sorriu e respondeu:

“Eles são meus amigos mais preciosos. Vieram do Mundo Real para nos ajudar.”

Renri piscou umas quantas vezes, enquanto fixava o olhar em Lisbeth e Silica.

Imediatamente uma expressão de alívio tomou conta de seu rosto adolescente.

“…Isso… isso me deixa realmente feliz. Estava começando a pensar que as pessoas do Mundo Real, tirando você, minha senhora Asuna, eram todos soldados terríveis.”

“Que coisa mais estranha para se achar, temos que te ajudar a ver as coisas por outro ângulo, não é mesmo?”

Mesmo tentando simular um leve desgosto, que fora totalmente desfeito por causa do sorriso afetuoso em seus lábios, Lisbeth se aproximou de Renri e lhe deu pequenas palmadas nos ombros e disse:

“Me chamo Lisbeth, muito prazer! Estarei sob seus cuidados agora, senhor guerreiro!”

“Ah…-… s-sim…! Meu nome é Renri… É um enorme prazer conhecê-la também!”

Asuna, que observa tudo com um sorriso, de repente foi assolada por um grande sentimento.

Ela jamais se esqueceria dessa cena.

O que se desenrolava em sua frente era o momento mais importante, quando as pessoas nascidas em mundos distintos se conheciam, trocavam palavras e formavam laços.

Essa era a história que deveria se repetir infinitas vezes, não podia ser interrompida por uma tragédia de maneira alguma.

E respirando fundo, Asuna começou a raciocinar de maneira acelerada. Em seguida, com um tom muito sério na voz, perguntou à Lisbeth:

“Liz, quantos se converteram?”

“Hum… vejamos, um pouco mais de dois mil, eu acho. Eu juro que tentei, mas… mas… ainda assim, não fui capaz de convencer a todos a converterem suas contas…”

Asuna afagou gentilmente as costas de sua amiga que mordia o lábio de frustração e tristeza.

“Isso é mais do que suficiente, não há razão para vergonha ou tristeza.

Contudo… para poder garantir a possibilidade deles poderem recuperar suas contas antigas, temos que evitar uma batalha de atrito o máximo possível. Não devemos dispersar as linhas de frente e priorizar sempre as artes curativas.

Liz, Silica, por favor, levem esses dois mil homens para a retaguarda e cuidem da organização da equipe de suporte!”

Direcionando sua atenção para a batalha, Asuna rapidamente começou a passar instruções para Renri e os demais guardas.

“Todos vocês, sei que pode ser contra a sua vontade, mas, por favor, vão até a equipe de apoio e curem-se. Os espadachins do Mundo Real ainda não estão familiarizados com as artes sagradas, portanto, peço que os ensinem a usar alguns comandos básicos.”

“E-… Entendido, senhora Asuna! Guardas, vocês escutaram ela! Ajudem nossos companheiros!”

Enquanto Renri organizava seus homens, que por estarem exaustos pelo combate, obedeciam sem questionar a retirada estratégica…

“Asuna, o que você vai fazer…?”

Diante da pergunta aflita de Silica, Asuna deu um pequeno sorriso.

“Isso é óbvio, vou atacá-los de frente!”

Não perderei mais nada!

Correndo à frente, encontrou rostos conhecidos de ALO.

Asuna notou entre os tantos jogadores recém-logados a Sylph Lord Sakuya, a Cait Sith Lord Alicia, o Salamander General Eugene e muitos outros companheiros que só ajudaram a fortalecer sua determinação conforme a saudavam alegremente enquanto passava.

E não era apenas o pessoal de ALO, pois dando cobertura para os mesmos, havia diversos espadachins habilmente disparando todo o tipo de arma de projétil, como balestras e arcos com precisão extrema, provavelmente oriundos de mundos como Gun Gale Online, igual a Sinon.

E o mais impressionante disso tudo era o fato de que mesmo sendo uma equipe tão heterogênea, com habilidades, personalidades e até etnias distintas, compunham uma força bélica inacreditavelmente fluída e coesa. Contudo, se destacando nas linhas de frente, havia um pequeno grupo que estava derrubando os inimigos violentamente como uma enorme tormenta, eles trabalhavam juntos como um único corpo, rápido, preciso, eficiente e acima de tudo, poderoso.

Asuna imediatamente soube que eram todos membros da guilda mais forte já criada, os mesmos que viajaram por um número incrível de mundos VRMMOs, os Sleeping Knights.

Ao ver a aproximação da garota deusa, a maga Siune lhe sorriu de maneira terna.

Asuna acenou com a mão em resposta, fazendo esforço para conter as lágrimas.

Todos eles vieram para ajudar apesar do risco de acabarem perdendo seus avatares, que eram tão semelhantes como seus próprios ‘eu’ verdadeiros. Naquele aglomerado de dados haviam histórias, emoções, sentimentos, almas, não poderia deixar que tudo aquilo se perdesse.

Então, por ser a única protegida por uma super conta, tinha que tomar à dianteira e assumir o maior risco a fim de minimizar qualquer sacrifício.

Asuna correu como um raio pelo campo de batalha, dando instruções conforme passava pelos os membros para que se organizassem nas linhas de frente de maneira a formar novamente um semicírculo, deixando o ‘bocal’ da formação como sendo a entrada da cidadela, o tal caminho apelidado de sando.

Contudo, não importava o quão forte fossem os equipamentos e status dos dois mil jogadores convertidos, ainda restavam mais de dez mil estadunidenses.

Se isso se tornasse uma batalha de atrito, as perdas, melhor dizendo, a probabilidade dos jogadores de perderem seus preciosos dados só aumentariam com o passar do tempo.

E além disso, existia outra preocupação que não podia ser ignorada. A dor real não atenuada em Underworld.

A diferença da maioria dos jogadores vermelhos é que estes morriam quase que instantaneamente, sendo desconectados no momento em que a dor chegava ao ápice, enquanto que os jogadores japoneses, que se preservavam e repetiam o processo de sempre se curar, acabavam expostos a constante agonia.

Asuna tinha acabado de experimentar o quão terrível era a sensação de ter seu espírito sendo gradualmente destroçado.

Por favor, façam o melhor que puderem. Aguentem firme até que esses dez mil inimigos sejam todos eliminados. Se conseguirmos isso, o potencial bélico desses que atacaram o Ocean Turtle também será reduzido e aí só faltará capturarmos o Imperador Vector, que já deve ter sido interceptado pelo Knight Commander Bercouli e Sinon, salvando por fim Alice…”

A garota então sacou sua rapier da cintura e gritou com todas as forças enquanto apontava para frente.

“NÃO TEMAM… PODEMOS VENCER!! SE TODOS ESTIVERMOS JUNTOS, CONSEGUIREMOS!!”

Sword Art Online Alicization Underworld - Awakening

***

Takashi Hirono, um jogador japonês de VRMMO, estava se perguntando no momento: ‘-Porque diabos eu acabei vindo para cá?’.

Não compreendia que bem esse ato impensado poderia lhe proporcionar.

A razão pela qual acabou aceitando o convite tão inusitado para aquela reunião repentina em ALO, fazendo-o levantar-se às 5:00 da manhã após receber uma ligação de seu amigo, não era porque a garota que fez o pedido de maneira tão ansiosa era linda e nem por ter de fato acreditado naquela história fantástica, para ser honesto, veio pois sempre acreditou em seu instinto.

Claro que parte disso se devia a sua habitual curiosidade que lhe levou a imaginar que tipo de mundo seria um VRMMO construído pelo governo nacional. E também, havia o fato de que tinha se saído muito mal nas provas da escola e certamente teria seu amado AmuSphere confiscado pelos seus pais por um longo tempo, então, tinha que aproveitar o máximo que desse.

Mas voltando para seus instintos, havia uma pequena parcela que dizia que aquilo ali poderia ser de fato importante: ‘- Vai que realmente aja ‘algo’ nesse mundo que não consegui encontrar em todos os outros aos quais já joguei?

Todos esses fatores acabaram por convencê-lo a converter seu personagem ao qual vinha ‘upando’ durante os dois últimos anos, ingressando em um servidor completamente desconhecido que o materializara em frente a um homem musculoso, protegido por uma pesada armadura na cor vermelha gritando xingamentos em inglês fluído enquanto oscilava sua lança de maneira enlouquecida para cima de si.

Rapidamente efetuou uma manobra evasiva, saltando para trás a fim de evitar um corte fatal que mirava sua garganta, mas que continuou progredindo até acertar a panturrilha esquerda, causando-lhe imediatamente uma dor intensa, uma sensação nunca antes sentida, nem mesmo quando teve seu pior acidente, caindo de bicicleta anos atrás e quebrando o braço.

Ninguém disse que seria assim!!

Tentou gritar, mas a voz não saiu.

Gemendo de dor, Takashi se movia instintivamente rolando pelo chão, evitando maiores danos enquanto sua cabeça parecia explodir de tanta agonia.

De alguma forma, teve sucesso em não ser acertado pela sequência de ataques da lança, até ser salvo por um estranho guerreiro que usava uma espada longa de uma mão, dando tempo para que mais pessoas o resgatassem, o puxando para trás da linhas de frente, até onde estava a equipe de apoio.

A sensação nauseante era proporcional ao volume de sangue que perdia pelo corte enorme em sua perna.

Já chega, não quero mais passar por isso, vou me desconectar!!

E no momento em que ia expressar seus sentimentos de agonia, colocando em palavras, Takashi se viu sendo curado por uma garota que se vestia semelhante aos sacerdotes ou magos dos jogos aos quais tantas horas passara imerso. Vestia uma túnica simples na cor azul claro.

Enquanto seguia tratando de sua feria, a menina focou diretamente seus olhos, o que lhe causou uma sensação a qual, mais uma vez, nunca havia sentido.

“Senhor cavaleiro, aguente só mais um pouco, logo estará curado, eu prometo!”

A garota falou com uma voz tremendamente gentil e delicada enquanto juntava suas mãos em concha e as posicionava sobre o corte em sua perna esquerda.

Embora fosse um procedimento desconhecido para Takashi, o movimento que a menina estava ativando era sua incarnation.

O rapaz, observando esse comportamento, pensou por um momento que ela não passava de uma simples NPC.

Contudo, a expressão estampada em seus olhos acinzentados, os graciosos traços tão orientais quanto ocidentais, a cálida luz branca proveniente de sua magia que curava pouco a pouco sua ferida, lhe diziam que a garota em sua frente não era um NPC… mas também não parecia ser um jogador japonês e sim um humano real que vivia de fato nesse mundo.

Mas… como isso poderia ser real? Ela estava falando claramente japonês, porém, não era uma pessoa que vivia no Japão e nem uma inteligência artificial dos jogos, os NPCs. Então… quem era essa garota?

Até agora, mesmo sentindo uma dor excruciante ao ser atingido por uma lâmina em sua perna esquerda, Takashi não tinha se dado conta do que estava acontecendo ali. Contudo, ao ser totalmente curado pela magia dessa garota tão graciosa é que ele caiu em si.

Percebeu que não estava mesmo em nenhum tipo de evento de um jogo ultra-realístico  e sim testemunhando uma situação extraordinária, uma manifestação sem precedentes.

“Certo, está tudo bem agora, senhor cavaleiro.”

Quando a garota retirou as mãos, a ferida de mais de 5 centímetros de comprimento e profundidade estava totalmente curada e sua dor parecia somente uma lembrança de uma outra vida, ficando apenas uma pequena cicatriz marrom claro.

“M-Muito… obrigado…!”

Se atrapalhando com as palavras, Takashi de alguma forma tentou verbalizar sua gratidão.

Mas que droga, porque não vim com um avatar mais legal ao invés desse guerreiro?

Pensou o garoto um tanto irritado consigo mesmo. Ainda assim, seu rosto ficou totalmente vermelho enquanto sua língua travava por completo.

E no meio dessa turbulência de sentimentos, acabou por tomar uma ação impensada, um movimento quase que involuntário, algo que jamais fez ou pensou que poderia um dia tentar fazer.

Estirou os braços à frente e abraçou gentilmente o pequeno corpo da garota.

Se este fosse um mundo VRMMO normal, as ações de Takashi seriam definidas como ‘Contato Inapropriado a um NPC’ e provavelmente teria recebido uma advertência do sistema imediatamente.

Contudo, isso não aconteceu.

A garota apenas estremeceu de surpresa entre os braços de Takashi, mas que logo se tornou em um alento gentil.

Então, segundos após o abraço, o garoto sentiu os braços da menina também circundar suas costas, lhe dando pequenos tapinhas nervosos.

“Tudo bem, senhor cavaleiro do mundo exterior, eu compreendo.”

A voz chegou suave aos seus ouvidos.

“Fico feliz que mesmo alguém sem treinamento adequado como eu, uma ajuda praticamente insignificante, possa cumprir sua tarefa em uma luta tão importante. Agradeço o seu reconhecimento… de todo o meu coração.

Sei que sua missão é ainda mais difícil do que a minha, mas sei também que conseguirá cumpri-la com orgulho e valentia. É só manter em mente que… em suas costas, estão depositadas não só a proteção de muitas pessoas, mas a proteção do mundo.”

Mesmo sob a armadura, Takashi sentia claramente o leve toque da mão direita da garota em suas costas.

Se estivesse no mundo real ou em outro mundo virtual comum, ele jamais teria a oportunidade de experimentar o abraço de uma garota dessa forma. Mesmo que por ventura se casasse no mundo real, ele duvidava que pudesse sentir uma emoção tão forte quanto a que sentia nesse instante.

Provavelmente esse abraço não tenha durado mais do que poucos segundos, porém, para Takashi o tempo pareceu parar. Ele viveu intensamente essa ilusão real ou realidade ilusória de maneira plena. Tanto que ao final desse ato, quando seus corpos se separaram, sua determinação estava mais forte do que nunca, para falar a verdade, ele nunca estivera tão decidido em toda sua vida.

“Hã… se importaria de me dizer seu nome?”

As bochechas da menina em treinamento ruborizaram por alguns momentos enquanto assentia de maneira nervosa.

“Não, claro que não… me chamo Frenica. Frenica Szeski.”

“Frenica…”

O nome soou muito estranho ao ser pronunciado em japonês, contudo, a menina o fez com uma fluidez incrível.

E sem pestanejar ou relutar, como geralmente acontecia, Takashi também se apresentou, contudo, não disse o nome de seu avatar e sim o seu nome real ao qual não gostava.

“… Me chamo Takashi… Hirono Takashi… e… será que quando essa guerra terminar… podemos nos encontrar outra vez?”

Frenica, pega de surpresa piscou algumas vezes em confusão, porém, logo mostrou uma expressão muito amável e respondeu:

“Com certeza poderemos, senhor cavaleiro Takashi. Assim que a guerra acabar e a paz nesse mundo for restaurada, voltaremos a nos ver. Orarei para as três deusas que lhe protejam para que possa regressar são e salvo.”

Após, Frenica se afastou um pouco, fez uma breve saudação batendo o punho em seu peito, se virou e correu para curar os outros feridos.

Enquanto Takashi a observava pelas costas, compreendeu algo que estava ali o tempo todo: Para Frenica e os demais habitantes, o que havia chegado nesse lugar tinha sido um cavaleiro, um guerreiro poderoso. E para manter-se desse jeito, tinha que indubitavelmente lutar com coragem até o fim. Sim, esse mundo não era mesmo apenas um jogo, era de fato uma realidade tão concreta e verdadeira quanto o mundo real ao qual havia nascido e crescido.

Enfim, havia decidido. Mesmo que seu HP chegasse ao fim… não, que seu tempo de vida acabasse e fosse expulso desse mundo, continuaria olhando para frente e erguendo sua espada até o último suspiro.

Não se importava mais com o resultado, com o quão pesado fosse o fardo ou com a quantidade de ferimentos que recebesse, ele não recuaria, não falharia. Pois se o fizesse, nunca mais poderia rever Frenica.

Takashi encheu o peito de ar e gritou:

“Vamos láááááá!!!”

Sem mais dúvidas ou medos que o atrapalhasse, correu em linha reta para cumprir sua meta, que já não era mais apenas uma missão e sim seu dever como cavaleiro.

 

 

 

 

 

 

 

EI! PSIU!!!

TEM ALGUÉM AÍ?

 

SIIIIIIIMMMMMMMMMM!!!

 

OLÁ PESSOAS!!!!!!!!!!

CÁ ESTOU, VOLTEI E VOLTEI COM TUDOOOOOOOOO!!

(EXPLOSÕES E GRITINHOS POR FAVOR!)

 

A VACOSA DO SITE NÃO DEU CERTO, MAS VI QUE VÁRIOS TENTARAM, AGRADEÇO IMENSAMENTE DO FUNDO DO MEU CORAÇÃO DE TIO DO PAVÊ.

ESTIVE AFLITO POR MUITO TEMPO, MINHA SAÚDE FICOU BEEEEM PREJUDICADA (ainda segue assim).

VAMOS FICANDO MAIS VELHOS E AS PORCARIAS ACABAM APARECENDO, AINDA MAIS QUANDO SE PROCURA.

MAS NADA QUE IMPEÇA OS TRABALHOS POR AQUI.

EU TINHA TENTADO, TENTADO MESMO TRADUZIR PELO CELULAR, MAS INFELIZMENTE TINHAM AS DITAS IMAGENS…

ESSAS LINDEZAS, EMBORA EU TENHA PEGO MUITAS DO SENHOR RIKU SEMPAI (muito obrigado), HAVIAM VÁRIAS SEM NENHUM TRATAMENTO E QUE NECESSITAVAM DE MIM (sim, vocês sabem que gosto de fazer tudo eu mesmo, sorry, sou assim) E AÍ O BICHO PEGOU.

 

A BOA NOTÍCIA É QUE CONSEGUI FAZER VÁRIAS E ISSO NÃO VAI MAIS ATRAPALHAR (tanto) POR ENQUANTO.

O CAPÍTULO ACABOU FICANDO DIMINUTO, MAS NEM FOI POR CULPA MINHA (um pouco foi), O SENHOR REKI QUE O FEZ ASSIM.

O PRÓXIMO JÁ ENTRA A SITUAÇÃO DO MUNDO REAL E ESSE VAI SER GIGANTE, SE PREPAREM!

 

 

E CHEGA DE BLÁ BLÁ BLÁ E VAMOS… PARA… O BLÁ BLÁ…. HÃ… BLÁ…? O.o

HEHEHE

O QUE HOUVE NO MINI CAPÍTULO?

 

Um pouco de cada coisa ocorreu.

Mesmo a maioria ainda não sabendo que o Bercoulão tenha acabado com Vector (às custas de sua imensa vida), o pessoal segue batalhando de todas as maneiras.

O PoH se deliciando com a oportunidade de tentar trucidar Alice e Kirito em batalha mais uma vez  e a própria garota se reunindo enfim com seus amigos (ponto para a Yui-chan) e reafirmando sua convicção de evitar qualquer tipo de perda durante as lutas.

Esse vai ser provavelmente o momento alto no anime, com um zilhão de fan service.

Ela passando pela galera, cheio de rostos conhecidos, lágrimas e mitagens.

Sei que vai ser demais!

 

E além disso tudo… temos um inusitado momento onde é mostrado um importante ponto de vista.

O início de um relacionamento (no sentido de interação mesmo) entre um ser do mundo real e um do mundo de Underworld.

É como Asuna disse, esse é um momento que deve se repetir infinitas vezes, é a síntese da busca de Kirito. É o que vem procurando desde que encontrou a pequena I.A. que hoje é sua amada filha. são as barreiras do mundo virtual se mesclando com o mundo real.

Já adiantando a minha análise aqui abaixo no post, é desse tipo de situação que eu preciso ver no anime.

 

E com um sopro refrescante nessa alma cansada que digo:

Voltei pessoas!!

Até o próximo capítulo que será próximo mesmo 😉

 


 

COMO PROMETI EM SETEMBRO, NA ÚLTIMA POSTAGEM, FIZ UMA ANÁLISE DO ANIME EM COMPARAÇÃO COM A LN E TERMINEI COM UMA OPINIÃO BOÇAL MINHA.

A IDEIA ERA IR CAPÍTULO A CAPÍTULO, MAS ISSO VOCÊS JÁ TEM, É SÓ IR LÁ NA IMPRESSÃO SEMANAL DO INTOXIANIME QUE ELE JÁ O FEZ.

ESPERO QUE TENHAM PACIÊNCIA DE LER TUDO, POIS ESCREVI PARA CARAMBA.

VENHAM NOS COMENTÁRIOS E DEBATAM COMIGO OU ENTRE VOCÊS MESMOS SOBRE OS PONTOS QUE LEVANTEI ALI.

SEI QUE MUITOS VÃO ME ODIAR OU ACHAR QUE ESTOU FICANDO MALUCO, MAS É O QUE A MINHA CABEÇA ESTRANHA DIZ, FAZER O QUE NÉ? 😉

ROLEM MAIS PARA BAIXO E CURTAM!

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ANALISANDO A TRETA ONLINE:

 

ENTÃO PESSOAS, HORA DE UMA LEVE ANÁLISE DO QUE HOUVE DESDE QUE O ANIME SAIU.

VOU ME APEGAR EM TRÊS PONTOS: LIGHT NOVEL, ANIME, OPINIÃO PRÓPRIA.

 

Prólogos:

 

LIGHT NOVEL:

O que irei falar aqui é sobre algo que adaptei há mais de 3 anos, então galera, me desculpem se eu confundir algumas coisas, mas…. vamos lá!

Lembro que na novel, quem tinha lido ou visto em anime e estava acostumando com um tipo de narrativa a respeito do que acontecia, provavelmente ficou totalmente perdido sobre o que estava acontecendo.

Foi um tal de Kirito criança com mais dois garotos em um mundo para lá de medieval e sem explicar praticamente nada, apenas dando pistas do que estava rolando, uma espécie de side story foi acontecendo, personagens complexos surgindo, um novo estilo de vida e cultura sendo apresentados até culminar em um final para lá de dramático e…

PUM!

Próximo prólogo e vemos Kirito voltando ao mundo real e indo se encontrar com Shino e Asuna na cafeteria do Agil e ali ele ambienta o leitor sobre (quase) tudo que foi apresentado.

O texto da novel, mesmo com uma tremenda avalanche de informações e nomes estranhos (Fluclight, Lightcube, Soul Translator, Mnemotecnia Visual), te conduz tranquilamente para o início desse arco gigantesco (e outro gancho igualmente dramático).

Não achei de forma alguma coisas demasiadas enfadonhas e nem paradas, pois como disse antes, o leitor acabava por devorar as linhas na ânsia de matar a curiosidade, afinal, com a falta de imagens, esse era o único jeito. Então, sim, me agradou bastante o início de Alicization em Underworld na mídia escrita.

 

ANIME:

Antes de analisar o que houve, no tocante da comparação entre as duas mídias e tudo mais, devo falar do gráfico…

Esse era o meu maior medo. Vinha comentando em várias postagens sobre como eles poderiam trabalhar, como eu gostaria, o que esperava que não fizessem e tal e…

No fim, só posso dizer que a qualidade está filhadaputamente foda!!

Embora tenha ressalvas sobre o design não encaixar exatamente na idade inicial deles, com a nítida dificuldade dos dubladores em adaptar as vozes infantis, ainda assim me agradou. Quando as idades finais foram apresentadas, curti muito mesmo, sem mais, o bagulho está ótimo!! 🙂 .

Espero que as cenas mais intensas se mantenham e não façam muita suavização.

 

Mas então, o anime… esse era o desafio, como começar?

Creio que a decisão do estúdio foi deveras acertada. Ele pegou os prólogos do volume inicial de Alicization, mais um pequeno trecho do volume 10 e fan service para linkar com o filme Ordinal Scale e acomodou gentilmente neste capítulo estendido.

Conseguiu ambientar a galera perdida da novel e das temporadas anteriores e com um pouco de blá blá blá dosando com pequenas cenas de ações, entregou o mote da história.

Creio que o público não leitor foi imediatamente preso com os ganchos deixados, com aquela pulga atrás da orelha sobre quem são aqueles personagens? Como eles se relacionam com Kirito e os demais? Quem é essa organização misteriosa? Que tecnologia maluca é essa que inventaram? E o mais importante… qual vai ser a próxima mitagem do senhor Kiritoso? XD.

Mas e o público que leu?… Bem.. é aí que entra meu terceiro item.

 

MINHA PRÓPRIA OPINIÃO:

Sabe, eu fiquei escrevendo essa análise de diversas formas distintas, fiz um sem número de versões, mas nenhuma disse mais do que a minha primeira e resolvi por fim colocá-la para o vislumbre de vocês, minhas ilustres e agradáveis companhias de tantos anos.

 

Vou tentar resumir então em pouca palavras o meu sentimento inicial e depois tentar explicar:

 

ESSE ANIME NÃO ME EMPOLGOU!

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Fiquei vendo capítulo após capítulo (o último que assisti foi o 11 – Catedral Central) para ver o que tinha de “errado” comigo.

Sim, de errado, pois como alguém que se propõe a adaptar essa obra fica desgostoso com o negócio?

Fiquei nesse loop de erro sem nada muito inteligível para explicar.

Porque não estava conseguindo me empolgar? No fim, descobri o motivo.

 

Muitos podem dizer que é pois eu sei exatamente o que vai acontecer e aí perde a graça. Não vejo assim, pois com O Senhor dos Anéis eu leio pelo menos uma vez ao ano e vejo os filmes tão empolgados como se fosse a primeira vez ou igual a um capítulo de Chaves e/ou Chapolim, que fico rindo como um retardado enquanto repito junto com os personagens a cada fala.

Sempre vi esse tipo de situação como uma chance de ver em mídia animada aquilo tudo que tanto imaginei enquanto lia. Mesmo com mudanças, encaro como um apêndice, um ‘algo mais’, um complemento e isso sempre bastou… só que… infelizmente, não se aplicou com Alicization.

A animação está incrível, não posso reclamar mesmo (11/10).

Os personagens estão ali, o mundo também, a trama sendo desenvolvida….

Então… porque?

Me toquei disso tudo no instante em que vi a história ir para o palco principal dessa primeira etapa, a Catedral Central.

Eu parei e me perguntei:

“Que apego eu tenho com esses personagens?”

Resposta:

“Quem são eles?”

Aí caiu a ficha.

Quem são eles…!?

Notaram o que eu notei?

 

Pois é! Deram uma rushada para nos jogar na ação que não deu tempo de me apegar aos personagens.

Eu ENTENDO perfeitamente a rushada e concordo que deve sim ser feita, pois o blá blá blá da novel iria matar todo mundo de tédio se fosse animado tal e qual está escrito. Os primeiro capítulos estão aí para isso. Embora ache que eles deveriam lançar mão de alguns subterfúgios para ilustrar enquanto falam para não deixar três personagens parados só mexendo as bocas (uma das maiores falhas que a animação vem tendo até agora)

Só que isso teve um preço, um preço enorme para mim.

Gente, eu fui lendo e relendo, buscando fontes, dicionários, comparando em três ou quatro línguas diferentes.

Cada um dos personagens ali é quase um filho adotado.

Até do mala do Jinx eu gosto. Ele serve como catalisador para ajudar o Eugeo a dar um passo à frente.

O velho Garitta.

A dona aranhinha, Charlotte.

Banou, Telin e Telulu Wolde da fazenda onde Kirito e Eugeo ficam.

O sacana almofadinha de Zakkaria, Egome Zakalight…

Enfim, esses só para começar.

Eu sei que era impossível colocar eles na história (ponto para a velhinha que dá a maçã para o Kirito logo que ele chega em Rulid, disso eu gostei hehehe).

Só acho que a presença de alguns ali eram imprescindível para o crescimento dos personagens principais.

Sabe como eu me sinto?

Peguei um RPG para jogar, apertei START e pulei a introdução, coloquei a configuração para tirar ou acelerar as legendas de diálogo e estou jogando sem som.

Isso não me dá apego algum a nenhum personagem!

Está difícil conectar com Eugeo, entender as motivações.

Até com o Kirito no seu experimento com as 4 flores imperiais. Vi uma galera no Facebook, Twitter e páginas relacionadas com SAO, rindo como babaquinhas naquela cena.

De fato, aquilo foi um exemplo absurdo de como a coisa foi rushada a deixar algo com um fundo dramático e sério em alvo de chacotas.

Não tinha como explicar na animação o porquê do Kirito ter tentado fazer aquele experimento, não tinha como explicar que ele estava se perdendo em sua própria consciência por passar tanto tempo tão desconectado de sua realidade ao ponto de se perder como um ser humano real. Impossível passar nesse cenário rushado a profundidade do sentimento que ele tinha ao conectar e comparar a sua existência isolada com a da plantinha que estava na mesma situação.

Viu ali uma vida indo embora, ceifada de maneira tão cruel sem poder fazer nada.

Ele poderia ser aquela existência. Por trás da lógica de tentar perverter o sistema, achar uma lacuna que pudesse explorar, estava um caminhão de sentimentos que nem ele conseguia entender direito. A desculpa, além de ser um presente para a dona Serlut, era tentar ‘vencer’ a regra de que nenhuma planta com as características e definições de nascer em um solo específico pudesse crescer em outro lugar.

Era o início do entendimento do sistema Incarnation, tão importante na história.

Ele precisava de uma carga emocional gigantesca e foi buscar no mais profundo de seu ser.

Até aquele momento, sempre fora o cara que todos impuseram uma responsabilidade de ser o herói invencível, de ser o centro das atenções, de estar rodeado de pessoas mas nenhuma, ou quase nenhuma, de fato o conhecer.

No fundo, sempre fora um garoto perdido, um ser que nasceu sem saber o seu propósito, acabando por ser aquilo que os outros lhe diziam para ser. Com esse experimento, estava tentando provar que estavam errados, por isso eu disse:

Ele era a própria fucking planta!!

Eu sei que estou me aprofundando para caramba e filosofando, mas é para ilustrar o nível de frustração que me impediu de me conectar com os personagens.

 

Mas não me entendam mal, graças à novel estou gostando muito MESMO, porém, não tanto quanto eu esperava.

Sei que vão haver momento épicos e que vão ficar maravilhosos na animação, mas tudo porque eu já li nos livros.

 

E dito isso (falei pelos cotovelos), tem a fase BÔNUS:

 

DIFERENÇAS RUINS:

Certo, já elogiei, critiquei construtivamente (chorei) mas agora… não tenho como ignorar isso.

Vou citar alguns nomes e vocês que leram certamente vão saber do que se trata:

 

Chefe da Vila Rulid, Gasupht Schuberg

Irmã da Igreja de Rulid, Azariya

Supervisora dos dormitórios da Academia de Espada de Centoria do Norte, Azurika

 

O que houve com eles?

Deram um tratamento de rejuvenescimento no pai da Alice e Selka? O velho simplesmente está um garotão! Caramba, qual o propósito disso?

Já não bastou cortar TOTALMENTE a parte dele conversando e amarrando a Alice? A cena, além do não-tão-velho-não-ser-mais-velho passou tão chutada que o impacto foi zero.

 

A Irmã Azariya ficou depois da caquética, destoando de sua talvez irmã (palpite de Kirito, que achou as duas tremendamente parecidas, incluindo suas idades) Azurika.

Deram uma alterada sem nenhum nexo nesses personagens, isso me tirou muito (muito) da vibe.

Ao meu ver errou e errou feio, errou rude…

 

Mas nada, deixa eu dizer novamente, nada superou a maluquice da Asuna CONSEGUIR LIGAR E CONECTAR SEU AMUSPHERE DO OCEAN TURTLE.

O negócio era virtualmente inacessível.

“- Ah!! André!!! Deixa de ser chato, nem prejudica nada…”

 

Bom, pode não prejudicar para alguns, mas para mim sim (o título lá no topo diz: minha opinião).

 

Bom, vamos lá!

Relembrando aqui…

Qualquer interação com a instalação em forma de tartaruga marinha tinha que ser presencial.

A reunião fora feita de maneira a “encurtar” o trabalho de detetive que as demais membros da equipe Kirito teriam para se comunicar eu sei, foi visando o rush do negócio, isso eu também sei mas… mas…

Isso bota a perder todo o plano de segurança de uma operação de nível nacional!!!

O Higa mesmo diz em um dos últimos capítulos que essa era uma operação absurdamente sigilosa e que ao abrir o canal de comunicação com terra firme, jogava tudo no lixo.

O RATH foi montado com verba retirada aqui e ali de projetos governamentais, tudo camuflado como fundos inativos, contas privadas e tudo mais, no melhor estilo empresas Wayne na construção da Torre de Vigilância da LJA.

Tinha toda uma aparelhagem a inibir qualquer comunicação não autorizada, ou seja, sem chance da Asuna conseguir ligar qualquer coisa que não fosse a porcaria de um mp3 que ela esqueceu no quarto e que dificultou o contato da Yui consigo.

Poderiam dar uma jogadinha para fazer ela conseguir o contato? Poderiam, mas não desse jeito. Ficou tosco!!

 

Ah! Tem o esquema da câmera lenta quando a Asuna passa pelo corredor do Ocean Turtle, bem na hora que falavam de vazamento de informações que… pqp… desnecessário!!

Todos sabemos que tem espiões, mas aí você deliberadamente mostra para o espectador esse negócio, melhor seria um neon com uma flecha da Sinon cravando no peito do cara…(“-Ó só!! Ele é um espião. Cobre o fela de porrada!!”).

Não subestimem os leitores e telespectadores por favor…

 

E eras isso!!

Gostaram? Que bom!!

Não gostaram? Que bom também!!

Venham aqui nos comentários e toquem a boca, comentem.

Eu voltei pessoas!

PC novo, um emprego a menos, Chibi Kirito mais sapeca do que nunca, tempinho ainda restrito mas o suficiente para estar aqui semanalmente e dessa vez, até o game over!! (TUTURUUU!!! <o/)

 

Um fortíssimo abraço e é muito bom estar de volta!!

 

OBS.: GALERA, ESTOU RETIRANDO O VOLUME 1 DA PARTE DOS DOWNLOADS.

A PANINI LANÇOU E COMO HAVIA DITO, VOU TIRÁ-LO. DEIXEI APENAS A LEITURA ONLINE DA VERSÃO NÃO OFICIAL POIS ACREDITO SER ALGO COMO SE EU ESTIVESSE EMPRESTANDO O MEU EXEMPLAR PARA A INTERNET TODA.

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Voltando com a musiquinha!! E para um recomeço é claro, a abertura lindona de Alicization, não poderia ser diferente: