Sword Art Online Alicization – Exploding – Capítulo 19 – Parte 1.2

Arco: Sword Art Online Alicization Underword – Exploding
Capítulo 19
Sword Art Online Alicization Underworld - Exploding - Sheeta vs Ikhan

Parte 1

Durante sua vida na Catedral Central, Sheeta, A Silenciosa, praticamente não falava ou interagia com as pessoas. Contudo, não era devido à introversão e nem porque odiava os demais. E sim, pelo simples fato de não querer atrair a atenção dos outros Integrity Knights para ela. Suprimiu sua própria existência com o intuito de evitar qualquer tipo de confronto com um companheiro.

Pois, se ela fosse cruzar espadas com alguém, mesmo sendo outro Integrity Knight, como o comandante Bercouli, por exemplo, poderia matá-lo sem querer.

Temendo que isso acontecesse, se manteve em silêncio nos mais de cem anos em que viveu dentro da torre branca. As raras exceções eram quando trocava algumas palavras com seu tutor e também com a garota que cuidava do disco de elevação.

Sheeta sempre fora uma espadachim completa desde a época em que fora sintetizada após ganhar facilmente o Torneio da Unidade dos Quatro Impérios.

A Integrity Knight do alto Escalão Sheeta Synthesis Twelve, em certo sentido, compartilhava de uma mentalidade similar ao do líder da Guilda dos Lutadores, Iskhan.

Esse orgulhoso guerreiro só pensava em lutar e vencer, não importando se fosse um humano ou um objeto. Enquanto que Sheeta estava interessada em nada mais do que cortar coisas ao meio. E apesar desse forte desejo, jamais havia desfrutado inteiramente desse prazer oculto que residia no lugar mais profundo de seu coração.

Afinal, só poderia cortar um ser vivo e ver o quão limpo e magnífico era o fio de sua seção transversal ao separar pele, carne, tendões, veias e ossos, no momento em que entrasse seriamente em um confronto. As poucas vezes que testava, geralmente eram contra os bonecos de madeiras usados para treinos, tão sem graça e sem resistência, que poderia fazê-los em pedaços até com as mãos nuas.

Sheeta sempre teve que reprimir essa sua sinistra sede de dilacerar.

A primeira pessoa a perceber esse impulso assassino que ocultava foi a Alto Ministro, a Administrator.

Por duzentos anos, a regente do Mundo Humano investiu seus esforços para decifrar o que havia por trás da que ficou chamada Teoria da Energia Sagrada Espacial, a qual agora era de fácil conhecimento de qualquer aprendiz ao iniciar seus estudos em artes sagradas.

Porém, enquanto a Alto Ministro ainda pesquisava o assunto, ficou obsecada com a última grande guerra do Dark Territory, que veio a ser chamada de Era de Sangue e Ferro. Ela estava preocupada com tamanho desperdício de energia sagrada que estava sendo liberada e não coletada durantes as ferozes batalhas que travou o Mundo Humano e a Capital Imperial de Obsidiana.

Contudo, mesmo com esse grande interesse, fora cuidadosa de jamais pisar no Dark Territory. Ao invés disso, repassou a tarefa para a Integrity Knight Sheeta.

A Alto Ministro sussurrou em seu ouvido:

“- Quero que viaje sozinha e colete algo no campo de batalha. Uma besta demoníaca ou alguma coisa equivalente que esteja ileso nessa guerra. Um espécime apenas já será o suficiente. Caso não consiga nenhum ser poderoso, um animal de qualquer porte ou até mesmo uma planta bastará. Contanto que tenha sido banhado pela Energia Sagrada Espacial que liberaram por lá, não me importo que seja uma ave ou inseto.

Traga-o que usarei para fabricar um Instrumento Divino para você.

Farei uma espada com a máxima Prioridade, tão poderosa que será capaz de cortar ao meio… qualquer… coisa…! O que acha? Fará isso por mim?

Sheeta não pode resistir à tentação.

Não era permitido a um Integrity Knight desobedecer qualquer ordem dada pela Alto Ministro, contudo, era de fato uma tarefa e tanto, pois teria que viajar sem utilizar um dragão voador, atravessar a cordilheira, caminhar milhares de kilols para chegar no centro do território manchado de negro e cinzas para enfim chegar ao local dos conflitos aos quais todos estavam afogados em sangue e vísceras.

Entretanto, não havia nenhum animal, vegetação ou outro ser semelhante onde as cinco raças guerreavam e se matavam entre si. Nem sequer um rato ou barata sobrevivera lá.

Mas Sheeta não desistiu. ‘…uma espada que pode cortar qualquer coisa ao meio…’. Essa simples frase a havia capturado completamente, deixando-a incapaz de pensar em mais nada. Estava ciente do fato e não fazia nenhuma objeção, muito pelo contrário…

E como resultado de três dias e noites de buscas ininterruptas…

Finalmente encontrou um único e solitário lírio negro, sendo jogado de um lado para o outro ao sabor do vento aparentando fragilidade.

A pequena flor era o único objeto que havia sobrevivido no enorme campo de batalha, que estava totalmente carregado com energia Sagrada Espacial.

A Alto Ministro confeccionou uma espada extremamente fina da flor que Sheeta entregou, batizando-a de Espada do Lírio Negro, ou como gostou de chamar, já que era uma existência do Dark Territory, Black Lily Sword.

Um ano mais tarde, depois de assassinar um Integrity Knight em um duelo utilizando sua nova espada, Sheeta, A Silenciosa, fora colocada em hibernação por sua própria vontade.

Agora, após ter cortado o punho da guerreira, ela não tinha certeza se o suspiro foi de fato por aborrecimento ou por simpatia.

E parando para pensar, tampouco entendia porque tinha se oferecido há três minutos para defender esse lugar, quebrando seu usual silêncio e falando por livre e espontânea vontade com o Knight Commander. E também, nem sequer sabia o motivo de ter pedido para se juntar ao Exército de Defesa do Mundo Humano meio ano atrás quando os outros Integrity Knights tiveram que ser convidados.

Será que é porque instintivamente quero proteger o Mundo Humano?

Ou simplesmente porque quero cortar alguma coisa?

E… o que de fato quero cortar?

Bem, já não importa. As coisas são como são e não há nada mais a se fazer uma vez que saquei a espada. Só espero que isso não leve mais vidas do que o necessário.

Sheeta ergueu tranquilamente sua cabeça e olhou os guerreiros boquiabertos, congelados no mesmo lugar.

Sem demonstrar nenhum sinal de temor, a mulher cavaleiro segurou sua fina espada negra e fez um corte na direção aos cem Lutadores.

***

“Inacreditável!”

Diante do comentário estupefato de Alice, Bercouli sussurrou.

“Então… deixe-me dizer algo que deve ficar apenas entre nós…

Há meio ano, enquanto estava despertando-a de seu sono petrificado, essa garota realmente me surpreendeu.”

“Esse poder… não sabia que a senhora Sheeta fosse tão habilidosa…”

No sopé da colina, a batalha entre os cem Lutadores e a Integrity Knight Sheeta se desenrolava, ou melhor dizendo, um verdadeiro massacre unilateral se apresentava.

Sempre que um som agudo se desprendia da espada incrivelmente fina e maleável, as extremidades dos inimigos ao redor voavam, sendo imediatamente separadas de seus corpos, caindo ao solo.

E enquanto assistia impressionada a cena em sua frente, Alice começou a notar algo muito estranho, uma sensação que deveria estar presente na espada de Sheeta.

Ela não estava conseguindo sentir a intenção assassina de sua companheira de ordem. E não somente isso, sequer a normal hostilidade estava presente.

Como ela é capaz de lutar de maneira tão feroz sem demonstrar nenhum sentimento!?

“Não tente entender! Mesmo eu tendo a visto lutar por mais de cem anos, não a compreendo direito. Na verdade, não sei nada dela… nada… ”

O comandante completou o sussurro.

“Melhor deixar isso com ela. O exército principal do inimigo logo chegará e temos que terminar de preparar a armadilha. Vamos!”

“Sim, entendido!”

Concordando com a cabeça ao mesmo tempo em que lançava um último olhar para batalha ao longe, Alice seguiu Bercouli.

***

Há quase mil kilol de Alice e Bercouli, que estavam descendo a colina pelo outro lado, o deserto cinzento terminava e dava lugar a diversos arbustos irregulares, mas que tomavam boa parte da paisagem. A formação principal da divisão que servia de isca escondia-se ali.

A força era constituída por mil guardas, duzentos feiticeiros e a equipe de cinquenta pessoas que cuidavam dos suprimentos e suporte. Esse diminuto efetivo tinha a insólita missão de enfrentar cinco mil inimigos de uma única vez.

O Integrity Knight Renri havia orientado que os guardas e feiticeiros ficassem sob as sombras das plantas, dividindo-se em vinte grupos. O pelotão responsável pelos suprimentos tinha cavado rapidamente uma trincheira na extensão do único caminho que servia de passagem por toda a zona dessa pequena área arborizada.

O plano era atacar o inimigo rapidamente empurrando-os até caírem no atoleiro formado no fundo da trincheira oculta.

Renri já tinha sido alertado pelo Knight Commander que suas espadas não seriam efetivas contra os Lutadores, mas também revelou outra forma de lutar.

Disse que eles não eram muito bons se defendendo contra artes sagradas.

No deserto, ao norte de onde estavam não crescia um musgo sequer, portanto, não havia energia espacial suficiente para criar artes, porém, o ar e solo deveriam estar mais carregados nesse pequeno local onde cresciam os arbustos e essas pequenas árvores.

Os feiticeiros escondidos entre as folhas emboscariam os inimigos e assim, logo após o primeiro ataque, fugiriam para o sul enquanto os demais guardas protegeriam sua fuga. No instante que deixarem o local, os cinco dragões que estavam sobrevoando a área, desceriam e incinerariam tudo, afogando o inimigo em um mar de chamas.

Preparando o terreno para uma retirada rápida, Renri posicionou os oitos comboios da equipe de suprimentos mais afastado em direção ao sul da área dos arbustos, determinando que quanto mais longe do centro e perto da borda desse pequeno bosque, mais seguro e a salvo estariam.

Porém, justo quando Renri repassava mentalmente o plano para emboscada, os cinco guardas, que estavam posicionados ao redor das carruagens, morreram silenciosamente, um atrás do outro, sem ao menos conseguir dar um último suspiro.

***

Com todo o corpo revestido com uma armadura negra opaca e equipado com um capacete adornado com chifres demoníacos, uma sombra se moveu como um espectro sem matéria por entre as folhagens.

Em sua frente, um guarda do Exército de Defesa do Mundo Humano vigiava o lugar, olhando para a esquerda e depois para a direita em total alerta. Vendo isso, decidiu não se esgueirar em suas costas, pois os outros guardas certamente estavam cobrindo sua retaguarda.

A sombra esperou até achar um ponto cego e agiu, aproximando-se como uma serpente silenciosa. Uma espada longa estava presa em sua cintura, porém, não a usou. Em seu lugar, pegou gentilmente uma pequena adaga e segurou na mão direita.

Esticou o braço como um bote de uma víbora negra, bloqueando imediatamente a boca e nariz do guarda em sua frente.

Ao mesmo tempo, sua mão direita brilhou e disparou em linha reta na direção da garganta exposta.

Sem nenhuma comoção, a Vida do guarda foi drenada. Assim que o corpo do homem perdeu repentinamente a força, a sombra negra o puxou para baixo de um dos arbustos e sumiu de vista.

Por trás do tecido negro que cobria seu rosto, um sussurro escapou.

“Five, doooooowwwnnn!!! Kukuku!”

A sombra riu.

Embora estivesse no mesmo padrão, aquelas palavras não estavam na antiga língua sagrada daquele mundo. E tampouco, a sombra pertencia a uma pessoa de Underworld.

Aquele ser era alguém do mundo real, mais precisamente, Vassago Cassals, o ajudante de Gabriel Miller, que representava o papel do Imperador Vector.

Há mais ou menos uma hora, Vassago estava bebendo seu vinho especial diretamente da garrafa pela enésima vez, quando avistou a arte em larga escala do Dark Territory falhar miseravelmente. Aquilo pareceu lhe dizer algo, soando quase como uma ordem.

“Ei aniki! Que tal se deixarmos de depender desses inúteis e botar logo a mão na massa?”

Gabriel girou seus olhos até Vassago, ergues suas sobrancelhas loiras e respondeu calmamente.

“Se isso te satisfaz, podemos sim fazer uma jogada!”

As instruções que seguiram não foram a de invadir o vale que o exército do Mundo Humano estava protegendo e sim ir até um lugar afastado do campo de batalha, bem ao sul, onde tecnicamente não existia nada de especial.

Assim que o inimigo erradicou as tropas dos meio-humanos com um raio laser digno dos filmes de sci-fi, Gabriel já havia previsto que parte deles se dirigiria para as entranhas do Dark Territory.

Porém, quando Vassago escutou isso, questionou porque tinha sido ordenado que fosse para um lugar tão ermo ao sul. Em resposta, recebeu uma frase ainda mais enigmática: ‘– Bem, digamos que haverá muito mais espaço por lá!’. Era impossível tentar rebater algo como aquilo, de forma que resolveu obedecer, pois de toda forma, era melhor do que ficar parado sem diversão alguma.

E ao ver que de fato o inimigo se dirigia para aquele lugar, não tinha mais dúvidas de que mais uma vez Gabriel provara estar correto. Desse modo, nada mais restava a não ser começar seus trabalhos.

Sem se importar do quão forte as unidades do Mundo Humano pudessem ser, definitivamente iriam colapsar caso ficassem sem seus suprimentos, ou seja, sem comida. Com um trocadilho em infame em mente, ficou ‘saboreando’ cada minuto de sua espera na pequena área arborizada para enfim começar sua ‘hora da matança’, a qual seria sua primeira desde que submergiu nesse mundo estranho.

Não precisou de muito tempo para encontrar as carruagens camufladas com raízes e folhas.

Lambendo os lábios sob a máscara, o assassino começou a se mover.

Assim que iniciou o movimento, percebeu uma agitação por trás de uma das carruagens. Com seus reflexos altamente treinados, se deteve na mesma hora, retornando para a cobertura de uma das árvores.

Uma jovem com a pele muito clara e cabelos castanhos, totalmente díspar das feições das pessoas do Dark Territory, surgiu por entre as cortinas do veículo. Existia uma possibilidade de que ela tivesse sentindo algum perigo, pois olhava atentamente para todos os lados com uma expressão nervosa.

Vassago permaneceu completamente imóvel como uma serpente à espera de uma presa. Devido a isso, acabou não sendo detectado, passando a falsa ilusão de segurança para a garota que instantes depois saiu cautelosamente da carruagem.

Assim que desceu, voltou-se para dentro do veículo e sussurrou algo para alguém que estava em seu inteiror e depois começou a caminhar lentamente.

Usando um equipamento defensivo mínimo por cima de uma roupa que parecia um uniforme cinza de escolas preparatórias do Japão, a menina se dirigia diretamente para o local onde estava Vassago.

Resistindo a tentação de assobiar devido à tamanha sorte, o assassino ergueu sua adaga manchada de sangue e preparou o ataque.

***

“Impossíveeeeellll…!!!!”

Obrigado a ver seus Lutadores, quem havia treinado cuidadosamente, serem derrotados sem fazer o menor dos esforços, Iskhan gritou com fúria, embora estivesse visivelmente chocado.

“Não vá achando que será tão fácil assim!!”

Pisando o solo com força suficiente para rachá-lo, criando uma enorme cratera, o guerreiro se impulsionou ferozmente.

Chamas explodiram de seus punhos fechados como duas imensas rochas incandescentes.

O golpe tinha como objetivo ir diretamente ao pescoço da Integrity Knight, criando uma cauda flamejante em sua trajetória.

Nesse exato instante, a mulher cavaleiro que tinha acabado de finalizar um corte preciso com sua espada na mão direita, tratou de bloquear o punho de Iskhan usando a guarda de sua armadura da mão esquerda.

Para meus punhos… qualquer amadura não passa de papel!!

O golpe repleto com o poder da Incarnation colidiu diretamente na mulher, produzindo um clarão cegante com diversas faíscas voando para todos os lados.

Imediatamente, a proteção de metal cinza foi destroçada com um rangido estrondoso, rompendo todas as partes da armadura que constituía seu braço até a altura do ombro. Nada ficou inteiro, foram completamente trituradas.

Incontáveis cortes atingiram a pele branca do braço esquerdo da mulher, fazendo com que seu sangue explodisse no ar.

Porém, surpreendentemente, ele não havia conseguido sentir nenhum osso se quebrando.

E embora a dor devesse ser insuportável, a mulher apenas franziu o rosto levemente por alguns instantes enquanto executava um movimento com sua mão direita, que segurava aquela espada tremendamente fina, em direção ao punho direito de Iskhan.

KIIIIN!!!

Um segundo estrondo agudo e metálico preencheu o local com novas faíscas voando, só que agora, explodindo no punho do guerreiro.

A principal fonte de força dos Lutadores era sua incrível confiança de serem completamente invulneráveis contra todo o tipo de espadas.

Para obter tal nível de confiança, mal protegiam seus corpos, geralmente usando apenas cinturões, expondo a pele a todo tipo de perigo. Dessa forma, usavam como ‘equipamento’ defensivo, sua força de vontade e crença. Pois se isso falhasse, a Incarnation deixaria de surtir efeito e eles morreriam. Uma medida de proteção extrema para um modo de viver extremo.

Por isso, o que Iskhan estava usando agora para conter e desviar o ataque da espada negra que estava a ponto de cortar seu braço direito fora, era somente sua determinação encarnada.

Contudo…

A densa frieza que sentia vindo daquela espada, algo que parecia se fundir com sua própria pele e entranhando em seus ossos, jamais havia experimentado com espada alguma. De uma forma estranha, aquilo lhe era familiar…

Esta espada fina como papel não era somente fria, era tão ou mais resistente do que o aço. Essa ínfima, porém, incrível presença, representava a própria força de vontade. Não estava carregada de desejos complexos como de vitória e superação, tinha apenas um objetivo, simples e contundente… o de cortar.

Sentindo tudo isso nessas frações de segundos, Iskhan sabia que não deveria deixar aquilo tocar nele, então, instintivamente, golpeou com seu punho esquerdo.

PAAAHHHNN!!

O ar crepitou no mesmo instante em que o punho invadiu o espaço onde a Integrity Knight estava há instantes.

Sua reação fora incrivelmente ágil, porém, ela não conseguiu evadir-se completamente do golpe, recebendo certo dano em seu peito quando o punho do Lutador o roçara.

Contudo, Iskhan também não saiu ileso.

A parte interna de seu antebraço, no ponto onde a espada esteve prestes a tocar, existia um corte um pouco superficial. Uma pequena gota de sangue surgiu da ferida recém-imposta. Só uma gota… entretanto, ainda assim fora atingido.

Lambendo o sangue, o jovem Lutador sorriu de maneira selvagem.

“He! Então, mulher, seu interior não é muito diferente de seu exterior, hein…, não é verdade?”

A mulher respondeu casualmente, como algo irrelevante.

“… E mesmo assim, sou maior e melhor do que você…”

“O quê?… Bem, creio que tem razão. Os Integrity Knights são todos uns monstros que não envelhecem por centenas de anos, certo? Sendo assim… prefere que lhe chame de… vovó?”

“…”

No fundo de seus olhos, sob o rosto impecável da mulher cavaleiro, algo vibrou, porém, logo voltou ao seu estado impassível usual.

“Certo, te perdoarei por isso. É realmente mais duro que os outros, mas apenas testei para ver onde posso cortar melhor.”

“… Mas do que diabos você está falando?”

Iskhan ficou sem entender o propósito daquelas palavras, de maneira que seu espírito de luta chegou a fraquejar por alguns momentos diante daquela atitude tão excêntrica. A visão daquela mulher tão peculiar, o desconcertava. Mas bastou olhar seus companheiros destruídos no chão, que logo recuperou sua fúria.

Vinte deles, homens e mulheres, estavam gemendo em agonia, com seus braços ou pernas completamente separadas de seus corpos por aquela maldita espada. E o mais imperdoável daquilo tudo, é que a mulher não somente derrotou seus subordinados, como aparentemente fora misericordiosa, poupando-lhes suas vidas. Nenhum dos golpes realizados cortou suas cabeças. E levando em consideração sua inegável habilidade e precisão, ela poderia facilmente ter acabado com todos se assim o desejasse.

“Sua maldita, tratou a todos como bonecos para praticar seus golpes… isso foi desonroso… Imperdoável…!!! Definitivamente te derrotarei com um golpe!!!”

ZUT! ZAN! ZUT!!

Os guerreiros ainda em condições restantes iniciaram nova dança marcial. Ferozes gritos de guerra sobrepuseram os estampidos de suas poderosas pisadas ao solo.

“OOH!! RAH!!! OOOORARAH!! OOH!! RAH!!! OOOORARAH!!”

Enquanto pisoteavam e vibraram o ar, os Lutadores intensificaram suas Incarnations ao máximo. Gotas de suor escorriam de seus corpos bronzeados, criando faíscas ao rolar de suas peles.

A Integrity Knight não se moveu. Parecia estar esperando todos, em especial Iskhan, se aprontarem para dar o máximo de suas técnicas.

Está bem!

O campeão dos guerreiros deteve seus passos, chamas laranja rugiram por seus cabelos dourados e uma luz muito forte fora manifestada em suas mãos.

A mulher, na posição de sua oponente, estava irritantemente tranquila. Mantendo sua mão direita relaxada enquanto segurava a espada superfina e que emanava aquela energia extremamente fria.

“….AQUI VOU EU… MULHEEEEEEEEEERRRRR!!!!!”

Explodindo o ar em chamas, Iskhan cobriu instantaneamente a distância entre eles, indo selvagemente em linha reta.

A mulher cavaleiro balançou sem nenhum esforço sua espada.

PIIIUUMMNN!!

E no momento em que a fina linha negra tocou o ombro de Iskhan…-

Muito mais rápido que a espada que se moveu como um raio, o golpe do guerreiro atingiu a perna esquerda de Sheeta. Na verdade, não fora um soco e sim um chute. Seu pé direito moveu-se com um meteoro, produzindo um estampido e golpeou diretamente o protetor da perna esquerda de sua oponente.

Com reflexos inumanos, a Integrity Knight deteve sua espada e inclinou-se para frente, evitando dessa forma a queda, porém, o protetor atingido da perna de sua armadura, assim como o braço, fora completamente destroçado.

Parte de seu vestido, agora à mostra, foi rasgado, deixando boa parte de sua perna nua, exposta.

“Não vá achando que os Lutadores apenas podem socar!!”

Sorrindo de maneira confiante, Iskhan já conectava ao movimento outro chute, agora com a perna esquerda.

A Integrity Knight mudou a posição da espada, com o intuito de bloquear o chute com sua lâmina.

No instante em que a espada e a perna se chocaram, um trovão flamejante acompanhado por uma chuva de faíscas engoliu os dois combatentes. O líder dos Lutadores imediatamente recuou a perna esquerda, sentindo uma dor extremamente aguda enquanto levava seu punho direito à frente.

Banhado por chamas rubras, o golpe acertou diretamente o peito da mulher.

KAPOOOWMM!!

Uma poderosa explosão jogou cada um para longe do outro. Iskhan deu uma volta no ar e aterrissou no solo um tanto desequilibrado.

Sua perna esquerda pulsou em dor lancinante.

Em seu queixo, duro como uma rocha, podendo dobrar facilmente uma barra de aço, um novo corte surgiu em linha reta. Sangue vermelho escuro fluiu da ferida, gotejando ao solo.

Rindo do pequeno dano sofrido, observou o inimigo.

A mulher também conseguiu suportar o impacto, porém, agora pressionava a mão esquerda no peito tossindo umas quantas vezes. A proteção que havia ali tinha sido completamente destroçada, igual ao que tinha acontecido com a guarda de sua mão direita e perna, deixando chamuscada a roupa que usava sobre os pequenos seios.

Só o que ainda se mantinha eram poucas presilhas metálicas que cobriam a parte superior de seu corpo, mas que também não ofereciam nenhuma proteção.

De fato, podia-se considerar que estava agora sem armadura alguma, sobrando lhe apenas suas roupas normais, uma camisa tão chamuscada quanto despedaçada com seu abdômen exposto e a saia do vestido quase que totalmente rasgada na altura de suas coxas.

Sua pele deixada à mostra era, inclusive, muito branca até para os padrões dos habitantes do Mundo Humano. Era tão alva quanto a neve, resplandecendo mesmo naquela zona tão escura.

Iskhan a observava com um ar de desdém.

“Hum… agora, consigo lhe ver mais como uma guerreira…, embora ainda lhe falte músculos. Sugiro que vá embora! Coma bastante e treine para poder voltar aqui e lutar de maneira decente, mulher!”

Os Lutadores à volta riram dela, porém, a Integrity Knight arrancou calmamente um pedaço de tecido desgarrado de seu ombro esquerdo enquanto alçava a espada na mão direita, que automaticamente emitiu um silvo extremamente agudo.

“Me deixando ir? Creio que quem está fraquejando aqui seja você… porque será?”

“Que merda é essa que disse!!??”

Suas narinas pareceram dois grandes foles de uma lareira, expulsando gás enquanto arreganhava os caninos.

Ainda que estivesse aparentemente em seu estado normal, Iskhan de fato sentiu que sua respiração estava mais acelerada do que o normal.

Não existe possibilidade de que meu espírito de luta tenha ficado mais brando só por ver algumas partes de seu corpo descobertas. As mulheres daqui vivem com a pele de fora e nunca fiquei assim, só um garoto ficaria bobo ao ver algo do gênero.

O mundo está cheio de oponentes que devo vencer com esse meu corpo resistente. Não irei fraquejar ainda mais diante de uma mulher estrangeira tão magricela quanto um graveto, com essa pele tão branca e frágil…”

“Aargh! Vou acabar logo com isso…! Mostrarei tudo que tenho!!!”

Urrando e expondo os dentes como um lobo prestes a atacar, Iskhan apontou seu dedo indicador para a mulher.

“Portanto, trate de mostrar tudo que tem também!! Desfaça logo essa cara sonolenta de merda e lute de verdade!!”

Quando o guerreiro disse essas palavras, Sheeta se viu confusa novamente, tanto que tocou levemente seu rosto com a mão esquerda. Massageou ligeiramente suas sobrancelhas, deixando-as em um ângulo que a fez parecer mais feroz e disse:

“Está bom assim?… Vamos!”

“Sim, vamos!!!”

Vou começar a pensar besteiras se a deixar ditar o ritmo da luta

Iskhan inspirou profundamente, reunindo sua força no abdômen enquanto inclinava-se violentamente.

Colocando seu punho esquerdo na cintura e apontando o punho direito para o oponente, expulsou todo o ar dos pulmões. Enquanto repetia esse movimento de inspirar e expirar, suas pernas se separaram formando uma base sólida e já começava a brilhar em vermelho vivo outra vez, como se tivesse tirando energia do solo.

A energia foi sendo canalizada por todo seu corpo e reunindo-se no punho direito. Nele, surgiram chamas que a princípio começaram amareladas, mas que logo ganharam o espectro vermelho alaranjado e depois branco azulado.

A extremidade direita de Iskhan agora estava a uma temperatura tão alta que o ar crepitava, criando pequenas explosões e ruídos agudos.

A Integrity Knight observou aquilo movendo a cabeça levemente para o lado enquanto estendia a mão esquerda para frente com o polegar e os dedos bem alinhados e movia a fina espada em sua mão direita para trás.

Seus braços criaram uma linha reta, dando uma sensação como se o corpo dela fosse uma catapulta pronta para lançar sua carga.

Em termos do mundo real, basicamente assumia a pose de um esgrimista, porém, com o local da espada invertido, para trás ao invés de para frente.

A tensão de Iskhan era tão imensa que sentia como se fosse explodir, se partindo ao meio. Seu estômago parecia prestes a rasgar com a pressão, mas ainda assim, sorria de excitação.

Essa desgraçada é mesmo incrível, será a primeira vez que usarei isso. Estou realmente queimando de emoção!!

Ambos se moveram ao mesmo tempo.

A espada da mulher cavaleiro percorreu um arco negro crescente no ar.

O punho do Lutador se tornou um cometa branco azulado.

E no instante em que se tocaram, poderosas ondas de choques explodiram, criando imensas rachaduras no solo durante as duas trajetórias.

Os guerreiros restantes foram lançados muitos mels para trás ao receberem o impacto do deslocamento do vento ardente.

A espada e o punho se tocavam em um único local do tamanho da ponta de uma agulha, porém, estavam de fato batalhando intensamente.

Excedendo o limite, o poder comprimido da disputa foi liberado na forma de um raio de luz que subiu e explodiu no céu noturno.

Com as incríveis habilidades de combate de Sheeta, ela poderia derrotar seu oponente sem precisar recorrer àquela estúpida disputa de força bruta.

Contudo, foi levemente surpreendida ao perceber que a intensidade da Incarnation daquele jovem guerreiro estava em um nível equiparado ao de um cavaleiro do alto escalão.  Porém, mesmo com tanto poder, percebia que ele o usava de maneira ineficiente, concentrando toda Incarnation apenas em seu punho e disparando-o em linha reta, sem muita estratégia. Notou também que apesar desse poder concentrado, as demais parte de seu corpo se mostravam bastantes frágeis para ela.

Se quisesse, poderia evadir daquele estúpido golpe direto e cortar sua cabeça de imediato.

Entretanto…

Sheeta decidiu não fazê-lo. Preferiu contra-atacar o punho resplandecente de seu oponente de frente. Não houve nenhuma razão em especial para ter feito isso, apenas estava seguindo as vontades de seu corpo e espada.

Mas lá no fundo, ela estava um pouco confusa. Fazia mais de cem anos desde que havia se dado conta de que não tinha nenhuma qualidade mental que se diria ser de principal importância para um Integrity Knight. Nunca se interessou por coisas como orgulho ou nobreza, apenas cortava por que queria cortar, não almejava mais nada.

Acreditava que fatiar e matar significavam a mesma coisa e que em sua posição, essas duas coisas se mesclavam.

Somente quando lhe fora passado a missão de proteger os limites da cordilheira que finalmente pode liberar seu verdadeiro eu. Sheeta havia acabado com a vida de incontáveis Dark Knights, goblins e orcs, decapitando-os de maneira desenfreada.

Sempre suprimiu esse seu lado como sendo algo de natureza sinistra. Fez isso de tal forma que acabou com o apelido de ‘A Silenciosa’, porém, mesmo com todo esse histórico, porque simplesmente decidiu não matar nessa luta em particular?

Esse era o motivo de sua confusão.

Porém, essa era uma questão muito complicada para pensar, daria muito trabalho fazê-lo, ainda mais agora, em meio à batalha.

Queria aproveitar o momento, onde estava só ela, sua Black Lily e o punho de seu adversário em sua frente.

É bem resistente. Será que devo tentar cortá-lo ao meio?

Isso é bem… divertido.

Iskhan viu que os finos, quase incolores lábios da mulher cavaleiro se arquearam levemente… sim, de fato era um sorriso.

E a essa altura, sabia que aquele sorriso não era nenhum tipo de ofensa para ele, muito menos de menosprezo pelo embate.

A razão era a mesma que estava colocando um sorriso em seu próprio rosto.

Não importa não é? Uma elegante habitante do Mundo Humano, nascida com uma constituição tão delicada e eu, somos ambos o mesmo tipo de pessoa, certo!?

CRAK!!

Sentiu uma pequena vibração no interior de seu punho.

Iskhan se deu conta de que o ruído não vinha de nenhuma rachadura sendo produzida na espada negra de seu oponente e sim dos ossos de sua mão sendo fraturados, esmigalhados.

Isso não é bom, mesmo que não corte… vai dar ruim…

Bom, as coisas são como são!

Se seu punho fosse cortado completamente, era plausível que a espada negra também cortasse o resto de seu corpo ao meio. Ainda que a situação estivesse apontada para esse derradeiro fim, Iskhan não sentiu medo algum.

Não vou encontrar um oponente tão grandioso como ela uma segunda vez. Se é assim, tudo bem, no fim, não é uma forma tão idiota de morrer.

E justo no momento em que ele pensou isso, estando prestes a fechar os olhos para finalizar sua jornada…

A pressão em seu punho fragmentado diminuiu.

Fazendo com que toda a força comprimida ao limite dos dois golpes fosse liberada de uma única vez, arremessando Iskhan e a Integrity Knight para trás como se não tivessem o menor peso.

Ele repentinamente notou o motivo pelo qual a Incarnation de seu oponente havia enfraquecido. Uma enorme silhueta tinha surgido entre os dois.

Sentando no chão, Iskhan gritou o nome do homem que estava ali.

“DAMPE!!! SEU DESGRAÇADO!!! QUE MERDA É ESSA QUE ESTÁ FAZENDO??”

“Terminou seu tempo, Champion.

Respondeu calmamente o segundo em comando da Guilda dos Lutadores, abrindo ligeiramente seus olhos, os quais mantinha praticamente fechados a maioria do tempo. O homem, que tinha caído ao se intrometer na disputa, levantou-se e direcionou seu braço direito para o norte.

Enquanto Iskhan acompanhava com seus olhos a direção indicada, pode ver o exército principal dos Lutadores e dos Dark Knights logo atrás, já muito próximos.

Entendi, como líder de exército, não posso ficar tão obcecado com uma guerra particular ao ponto de esquecer-se da batalha principal que está se desenrolando… entretanto…

Bufou de insatisfação e girou para o outro lado.

Atrás da cortina de fumaça, que se levantou do impacto das duas técnicas, sua inimiga que não tinha mais nenhum equipamento de proteção levantava-se calmamente enquanto embainhava sua fina espada, como se aquela situação não mais lhe chamasse a atenção.

“Mulher!! Não vá achando que venceu!!”

Gritou o jovem guerreiro, esquecendo-se que até poucos instantes, estava preparado mentalmente para morrer.

Ajeitando seus cabelos, a mulher cavaleiro inclinou levemente a cabeça para o lado para observar Iskhan, como se tivesse pensando quais palavras dizer.

Sword Art Online Alicization Underworld - Exploding - Sheeta vs Ikhan - Vol 16

“Hum… isso de ‘mulher’… será que poderia parar de dizer a toda hora?”

“Olhe… independentemente do que possa dizer, não acho que isso vá importar agora, já que você não tem mais como fugir, saca só!”

E nesse momento, um forte redemoinho de vento soprou vindo do sul. Os Lutadores cercaram-na e se prepararam para atacar como se fossem um só corpo.

Iskhan ficou desconcertado com o que viu a seguir. A valorosa oponente alçou seu braço para o alto e imediatamente um monstro gigantesco desceu sobre a cabeça de todos. Suas escamas tão cinzas quanto à destruída armadura brilhavam como estrelas, com toda a certeza era um dos famosos dragões voadores de sua Ordem de cavaleiros.

Assim que Sheeta segurou em uma de suas patas, o dragão se elevou aos céus tão rápido quanto surgiu.

“E-Ei!!! Pelo menos diga seu maldito nome antes de fugir!!”

Em meio aos ruídos do bater vigoroso das asas, uma voz muito serena fluiu.

“Não estou fugindo e… me chamo Sheeta Synthesis Twelve.”

Iskhan colocou-se de pé ao lado de Dampe e ficou observando a silhueta do dragão se mesclando com a escuridão noturna enquanto suspirava profundamente.

Se lhe fosse permitido, adoraria enfrentar essa guerreira tão forte mais uma vez. Em sua mente, calculou de deveria treinar mais um ano de modo intensivo para conseguir vencê-la, pois depois desse embate, percebeu que ainda tinha muito para melhorar.

Contudo, Iskhan tinha experiência suficiente para saber que seu desejo pessoal não importava diante da estratégia de guerra que estava ocorrendo.

Uma vez que seu pelotão avançado se reunir com o exército principal dos Lutadores, teriam que acabar com os inimigos juntamente com os Dark Knights. Não haveria uma nova oportunidade para lutar outra vez… e talvez… sequer a visse em uma segunda ocasião.

Mas se eu capturar essa Sacerdotisa da Luz… talvez…

Depois de um momento, Iskhan bufou outra vez, mas agora era para se censurar por tais pensamentos.

Que idiotice é essa que ando pensando? Pedir ao Imperador para salvar a vida dessa mulher como recompensa? Se fizer isso, todos da minha guilda ficarão furiosos comigo.

Resolvendo enterrar essa linha de pensamento, o jovem guerreiro foi até um de seus subordinados que estava segurando uma jarra com líquido responsável por acelerar a cura e passou em sua perna esquerda dilacerada, não tinha mais o que fazer, a não ser cumprir com seu trabalho.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

OLÁ PESSOAS!

CHEGANDO A CONCLUSÃO DE MAIS UM CAPÍTULO SHOWZAÇO.

SAUDADES DE QUANDO POSTAVA TODAS AS QUARTAS…

MAS ESTAMOS AÍ, MEIO ERRÁTICO, PORÉM, CONTÍNUO.

BORA VER O QUE HOUVE NA HISTÓRIA?

 

DONA SILENCIOSA ARREGAÇANDO TUDO E SENHOR ISKHAN FICANDO TODO QUENTE HEHEHE. CURTI A INTERAÇÃO DESSES DOIS. FOI EXATAMENTE O QUE ESPERO, LUTA, VÍSCERAS, POUCO PAPO E RESULTADOS RÁPIDOS. SE FOI UM BOM RESULTADO? ENTÃO… NADA ESTÁ DECIDIDO AINDA, NÉ?

SHEETA CHEGOU NA PARADA PARA COBRIR UMA LACUNA DOS LEITORES EM TER PERSONAGENS SOTURNOS, MEGA FODÁSTICOS E DE QUEBRA, COM APELO SEXUAL. EM TODO O CASO, ME AGRADOU DE BOAS.

 

AÍ VAMOS PARA O PLANO DE EMBOSCADA… MEU AMIGO… QUE TROÇO TOSCO. SÉRIO MESMO? O GURI (gauchismo pegando, nem tô!) LEVANTA A MÃO NA REUNIÃO E DIZ NO MELHOR ESTILO EQUIPE ROQUET: “– TIVE UMA IDEIA! ELA ENVOLVE PEGAR ESSA GALERA AQUI, UMAS PÁS, CAVAR UM BURACÃO, FOLHAS, GALHOS E UM BRAÇO OU PERNA AMPUTADA (essa última seria foda se realmente tivesse T_T). AÍ A GENTE ESPERA O INIMIGO CAIR E ROUBAMOS O PIKACHU PARA CHEFE…“.

TEM MAIS É QUE VIRAR PICADINHO DO VASSAGO MESMO AO DAREM OUVIDOS PARA A CHILDREN CHORONA…

MAS DEIXANDO MEU HATERISMO DE LADO, O CARA JÁ CHEGOU, DEITOU UMA GALERA NA SURDINA, MUITO FODA, É PARA MOMENTOS COMO ESSE QUE ME ORGULHO DE ADAPTAR ESSA LN, PONTO PARA ESSE ‘FIDUMÉGUA‘… QUE GUARDA AÍ UMAS HISTÓRIAS LOUCAS E TAL…

E…

EE…..

EEE…….

EEEE……..

O MOMENTO PELO QUAL TODOS ESTÃO ESPERANDO DESDE QUE INICIEI O VOLUME 16…. SIM, A DONA DO CAMPINHO… AQUELA QUE MOSTROU OS PEITINHOS EM REDE MUNDIAL VIRÁ DOS CÉUS… A PRIMEIRA E ÚNICA…

DONA ASUNA!!

AGUARDEM ANSIOSAMENTE O PRÓXIMO POST, MINHAS CARAS PESSOAS!

 

 

EM TEMPO:

SAO ALTERNATIVE: MINHA VEIA HATERÍSTICA ATIVANDO NOVAMENTE…

SEM CONDIÇÕES, NÃO DÁ!! DEI TODOS OS CAPÍTULOS NECESSÁRIOS DE CRÉDITO… MAS CARA, RECAPITULAR O QUE ACONTECEU NO FUCKING QUINTO EPISÓDIO?????????????????????????????????????????????

LARGUEI ESSA PORQUEIRA DE MÃO, TALVEZ ASSISTA QUANDO TUDO ACABAR, PARA VER CAPÍTULOS RIDÍCULOS COMO ESSE ÚLTIMO E PULAR DIRETO PARA O PRÓXIMO. NÃO POSTAREI MAIS NADA DESSA BUDEGA AQUI NO SITE, FIM, JÁ ERA, ACABOU!

 

BUENO, ERA ISSO, UM FORTÍSSIMO ABRAÇO, JUNTAMENTE COM PARABÉNS PELO DIA DAS MAMÃES (ATRASADO) CASO HAJA ALGUMA LEITORA AQUI QUE TENHA UNS PEQUENOS CHORÕES.

ATÉ!

 

 

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Deixando uma musiquinha meio whatever pois ainda não encontrei um bom canal como o finado Fireblade com músicas legais com mais de 20 minutos. Prometo achar um a contento.