Sword Art Online Alicization – Exploding – Capítulo 18 – Parte 4.1

Arco: Sword Art Online Alicization Underword – Exploding
Capítulo 18

Sword Art Online Alicization Underworld - Exploding - Rirupirin e Senju
Malditos Humanooooossss!!!!

Parte 4

O olhar do Imperado Vector, sentado em seu trono no veículo real e fixado diretamente sobre ela, arrepiava D. até o canto mais sombrio de seu coração enquanto mantinha a cabeça contra o solo.

Não havia fúria nos olhos gélidos do monarca. Pareciam medir o valor de D. sem deixar nenhuma emoção o atrapalhar. Era uma análise puramente calculista, realista e acima de tudo… cruel.

Como o imperador trataria alguém que julgasse totalmente incompetente e inútil? Sua alma tremia só com aquela possibilidade.

Depois de um tempo que pareceu ser duas eternidades, seus ouvidos captaram uma pergunta sendo proferida por uma voz tão fluída quanto grave.

“Hmmm… quer dizer que seu plano fracassou e que no processo, perdeu mil de suas feiticeiras porque não fora capaz de prever que o inimigo havia esgotado toda a energia espacial necessária para iniciar o ataque… estou correto?”

“S… Sim!!”

D. levantou um pouco seu rosto ao responder.

“Esse é precisamente o caso, Sua Majestade. Não recebi nenhuma informação que indicasse que o exército inimigo ainda possuía um usuário de artes de calibre tão elevado quanto à falecida Alto Ministro e…-”

“Não existe nenhuma maneira de reabastecer a energia do local?”

Interrompendo o que seria o início de uma justificativa desesperada por parte de D., o imperador partiu logo para uma ação visando solucionar o problema.

Entretanto, a mulher só conseguiu sacudir a cabeça em negativo.

“In… infelizmente… reabastecer a quantidade de energia escura espacial necessária para aniquilar os Integrity Knights, iria requerer um bom tempo sob a luz abundante do sol assim como o tratamento de purificação do solo, porém, ambos os elementos são totalmente ausentes no campo de batalha e… no nosso território. O departamento de recursos do Palácio Obsidiana tem alguns minerais que podem ser convertidos em energia, contudo, necessitaríamos de vários dias para transportá-los até aqui…”

“Compreendo.”

O imperador assentiu casualmente enquanto dirigia sua atenção com um olhar afiado para o local onde a grande porta que dividia os territórios desabara.

“Pelo que posso perceber, realmente não há nenhuma vegetação na terra e o sol já se pôs há um bom tempo. Onde estava a fonte de energia que planejava utilizar em sua arte de larga escala?”

Mesmo que tenha perguntado algo tão básico como aquilo dado que ele, como o deus da escuridão, era o suposto ser que criou todas as Dark Arts, o medo ocupava a mente da mulher de tal forma que sequer prestara a atenção no fato.

Sem fazer outra coisa a não ser buscar desesperadamente uma maneira de garantir sua sobrevivência, a feiticeira respondeu da maneira mais sincera possível.

“Bom, ele é de todas as formas, um campo de batalha… então… o sangue e as vidas perdidas ali, os nossos meio humanos e os soldados inimigos, liberam energia espacial por todos os lados, e é exatamente isso que nós convertemos em energia escura.”

“Hummm…”

D. ficou paralisada de medo quando percebeu que o imperador estava se levantando do trono.

TAP! TAP!

O som das botas de couro se aproximando calmamente.

Seu coração pareceu saltar fora do corpo ao mesmo tempo em que seu estômago se revirava.

Parando à esquerda de D., sentiu a capa do imperador dançando ao vendo noturno enquanto o ouvia sussurrar.

“Sangue… e vidas, hein?”

***

“Sacerdotisa da luz…?”

Dando uma grande mordida no pedaço de pão com frutas secas, a barbicha do Knight Commander se movia enquanto falava.

Fazendo uso do cessar fogo temporário, rações foram distribuídas a todos os soldados de maneira apressada pela unidade de suporte.

A cura dos feridos estava quase completa graça aos Integrity Knights com seus status elevados como usuários de artes sagradas, recuperando inclusive aqueles que estavam praticamente mortos, mas que agora já sorviam deliciosos pratos de sopa quente revigorante.

Contudo, os que já haviam falecido, naturalmente não puderam retornar à vida. Somando apenas entre as linhas de frente, mais de duas mil baixas e praticamente cento e cinquenta guardas e um cavaleiro de baixo escalão nas fileiras de trás.

Alice fez um sinal afirmativo para o comandante que estava sentando na ponta de uma mesa improvisada.

“Entendo… mesmo que não tenha recordação sobre ter visto esse nome em algum livro de história, parece ser algo muito importante para que o comandante inimigo tenha mobilizado tal guerra somente para capturar essa pessoa. ”

“Comandante?… Você se refere ao próprio Deus da Escuridão, Vector, não é?”

Enchendo a tosca caneca de água Siral que Bercouli segurava, a vice comandante Fanatio continuou.

“É difícil de acreditar… a ressurreição de um deus…”

“Pelo visto, parece que este é mesmo o caso. Senti essa estranha presença, como um enorme vazio que comandava e envolvia toda a força do inimigo. Vocês provavelmente também notaram.”

“Essa é a primeira vez que o Grande Portal do Leste desaba desde a criação do mundo. Levando isso em consideração, é plausível que qualquer coisa pode acontecer. Então, é bom estarmos preparados para tudo.”

O comandante fez uma breve pausa e prosseguiu.

Então, … princesa…”

Seus profundos olhos atingiram diretamente Alice.

“Supondo que o Deus da Escuridão, Vector, tenha realmente voltado para o Dark Territory e esteja de fato buscando a Sacerdotisa da Luz e que por casualidade, essa pessoa seja mesmo você, a pergunta que faço é: como isso afetará essa guerra…?”

De fato.

Isso era o que resumia tudo no final. Mesmo que Vector estivesse satisfeito com sua sacerdotisa em mãos, as outras raças escuras não iriam parar até que tivessem devorado todo o Mundo Humano. De maneira que de um jeito ou de outro, a prioridade era defender a entrada do vale até o fim.

Porém, outras palavras permaneciam na mente de Alice.

World End Altar”.

Tinham sido ditas pelo ‘deus do mundo exterior’ com quem Kirito surpreendentemente havia conversado através do painel de cristal no último andar da Catedral Central depois da batalha com a Administrator.

(…) Vá até um lugar chamado World End Altar (…)

(…) Siga pelo sul depois de passar pelo Grande Portal( …) ”.

Seria possível ressuscitar o coração de Kirito se conseguisse ir até lá. Mas ainda assim, mesmo que quisesse, não poderia abandonar a defesa do vale.

O que aconteceria então se eles a perseguissem?

O que ocorreria se Vector e seu exército fossem atrás somente de Alice, deixando o objetivo primário de invasão pelo portal e indo em busca de sua maior meta, a Sacerdotisa da Luz?

Será que isso não daria tempo para o exército de defesa se fortalecer, fazendo com que o inimigo se separasse ou mesmo se afastasse do Mundo Humano?

Ocultado o assunto sobre o altar, pois corria o risco de ser considerado loucura se ao acaso colocasse em palavras, Alice declarou algo ao supremo comandante do exército de defesa com um tom firme e resoluto:

“Meu senhor…não, Sua Excelência, Bercouli. Atravessarei o acampamento inimigo sozinha e irei para as regiões mais remotas do Dark Territory. Se o líder de lá busca essa Sacerdotisa da Luz, provavelmente irá me perseguir com uma quantidade considerável de tropas, dado o esforço que empregou nessa invasão. Depois que houver uma distância apropriada entre os exércitos divididos, por favor, lance um contra-ataque ao que restar do inimigo aqui no vale, eliminando-os.”

***

O Imperador Vector falou com uma voz mecânica, desprovida de qualquer traço humano.

“D.I.L., acha que três mil bastarão?”

“Como…?”

Sem entender o significado por trás daquelas palavras, D. ergueu mais seu rosto. Observou o perfil do imperador que estava apresentando uma expressão quase… gentil… contudo, seus olhos azuis claros observavam as tropas com uma aura terrivelmente gelada.

A boca de Vector se moveu.

“Estou me referindo ao poder suficiente de energia escura para que essa sua arte em grande escala funcione e elimine os Integrity Knights.”

As palavras seguintes do imperador fizeram até mesmo a traiçoeira D. arregalar os olhos de assombro.

“Se descartarmos as três mil vidas desses soldados orcs que temos na retaguarda, isso bastaria?”

Um calafrio percorreu seu corpo, afrouxando-lhe as pernas com tamanha sensação de pavor.

Contudo, logo a ideia se transformou em uma doce intoxicação de êxtase enquanto escorria por todos os cantos da mente de D.

“… Sim, bastariam.”

Sussurrou a mulher que enquanto abaixava-se ao ponto de ficar cara a cara com as botas do imperador.

“Sim, certamente que bastariam, Sua Majestade. Aumentarei a potência de nossos poderes usando todas nossas usuárias de Dark Arts restantes… minha guilda irá lhe mostrar a mais poderosa e terrível invocação da história, será uma arte aterradora jamais vista antes…”

***

No Mundo Humano e no Dark Territory, os nomes de seus habitantes não tinham um significado literal nos idiomas que usavam.

Acabaram se originando e se desdobrando a partir da maneira com que os quatro pesquisadores do RATH criaram os primeiros Fluctlights Artificiais, que por sua vez, nomearam sua prole seguinte com nomes em katakana inspirados em contos e histórias de fantasias.

Com os quatro pesquisadores mortos/desconectados, os Fluctlights só puderam dar nomes semelhantes por um bom tempo. Contudo, o que chamou a atenção foi como o sistema inconscientemente começou a nomear as coisas com o passar dos anos.

Sem terem muita base, os primeiros pais nomearam seus filhos com nomes praticamente idênticos aos seus, modificando alguma coisa das sílabas e combinando sons. Porém, nas gerações seguintes, implantaram uma nova maneira de nomeação para facilitar a identificação. Com isso, evoluíram para sistemas de classes que mais tarde foi chamado de ‘Assembleia de Nomeação’, algo único e original de Underworld.

Resumindo, decidiram colocar seus desejos por um futuro promissor de seus filhos nas combinações dos caracteres em katakana de seus nomes.

Como por exemplo, os que mais faziam sucesso eram os vocábulos que representavam sinceridade. Havia uma predileção também pelos que tinham sons que remetiam a fervor. Alguns, de acordo com a personalidade de suas crianças, utilizavam partículas que instigava ingenuidade. Nessa mesma ideia, tinha os para vitalidade, benevolência e beleza.

No caso de Eugeo, a escrita de seu nome continha traços que significava gentileza, trabalhador e honestidade. Tiezé fora nomeada dessa forma por seus pais desejarem que fosse enérgica, decidida e talentosa nas artes militares. Por sua vez, Ronye era uma combinação que indicava amabilidade, generosidade e sinceridade.

Curiosamente, o sistema da Assembleia de Nomeação também se espalhou por entre as raças de meio humanos do Dark Territory. Como por exemplo, Sigrosig, um nome que remetia à velocidade, coragem, intrepidez e novamente velocidade com ímpeto.

As raças do goblins, devido sua facilidade de se reproduzir, acabaram se distinguindo um pouco, usando frequentemente formas de verbos conjuntivas tais como o nome Kosogi ou Shibori que faziam referência à rasgar e espremer respectivamente. De todos os seres ditos como pessoas da escuridão ou meio humanos, os únicos que não seguem as regras da assembleia eram os membros dos usuários de Dark Arts, pois consideravam as práticas de nomeação algo de castas inferiores, preferindo seguir uma tradição de utilizar somente iniciais do alfabeto da escuridão, ou como é conhecido no mundo real, o idioma Inglês.

E em vista disso tudo…

O último ainda com vida dentre os cinco generais que lideravam as raças de meio humanos era o líder dos orcs.

Seu nome era Rirupirin.

De acordo com o falecido Dark General Shasta, Rirupirin era conhecido por ter um rancor imenso contra os humanos e isto acabou tornando-se um obstáculo para seu plano de firmar paz com o Império do Mundo Humano, tal e qual os chefes dos goblins e os usuários de Dark Arts.

Porém, essa natureza sem dúvida alguma não veio desde seu nascimento.

Ele chegou ao mundo como filho de uma família de orcs influente e poderosa, sendo considerado o bebê mais lindo da história de sua raça. O nome que lhe deram remetia ao som de beleza três vezes, algo raramente visto entre os orcs.

Rirupirin cresceu maravilhoso por dentro e por fora como o desejo de seus pais ansiavam. Ele também foi abençoado com o talento na arte da guerra e todos tinham fortes expectativas de que ele fosse se tornar o próximo chefe. O tempo passou e ele finalmente pode acompanhar o chefe da época, desde os lagos do Sudoeste e dos pântanos dos orcs até o Palácio de Obsidiana no centro do Dark Territory.

Adornado com um conjunto de indumentária que compunha uma magnífica armadura e espada, entrou orgulhoso pelo portão do povoado aos pés do palácio onde presenciou pela primeira vez os humanos com seus corpos esquálidos, cabelos brilhosos e adoráveis traços faciais.

Rirupirin ficou desconcertado com toda aquela informação que seus sentidos lhe entregavam.

Sua até então beleza, ali podia ser classificada como nada mais do que ‘apenas um orc’. Tudo isso por que descobriu que sua raça era tida como a mais desagradável de todo o Dark Territory.

Recebeu toda a carga de hostilidade para consigo e seus semelhantes daquele dia em diante.

Robusto abdômen redondo, extremidades rechonchudas, grande nariz achatado, olhos circulares e desproporcionais à cabeça e com orelhas caídas.

Entre os orcs, podia-se de dizer que Rirupirin era lindo, já que possuía um rosto um pouco similar aos humanos, entretanto…

A alma do jovem orc foi levada às bordas de um colapso ao descobrir essas desagradáveis revelações. Nesse cenário, só conseguiu manter-se coeso em sua mente, pois agarrou-se a uma certa emoção…

Ódio.

Algum dia ele definitivamente derrotaria a raça humana, fazendo-os de escravos para poder arrancar-lhes os olhos a fim de evitar que dirigissem qualquer tipo de chacota e xingamentos para os orcs.

O tempo passou e Rirupirin tornou-se o líder dos orcs, obtendo a posição ideal para colocar em prática sua terrível determinação.

Contudo, não tinha a característica inata para a crueldade como Kosogi. Sua raiva para com os humanos estava baseada em um enorme complexo de inferioridade que governava sua mente de maneira implacável.

“Mas isso é… impossível!!”

Gritou Rirupirin no momento em que recebeu as ordens do imperador.

Os orcs já haviam enviado mil soldados para servir de força reserva para a primeira unidade e todos haviam perecido. A maneira como fora lhe ordenado que entregasse o comando de seus homens para serem conduzidos por aqueles malditos goblins e gigantes e de como acabaram sendo mortos como se não fossem nada, ainda era um duro golpe martelando em seu peito. E agora, tão terrível quanto, chegara a nova ordem entregue a sangue frio.

Ela dizia que deveria contribuir com três mil sacrifícios para servirem de base para as artes ofensivas das usuárias de Dark Arts.

Não havia floreios e nem eufemismos, simplesmente a dura e cruel realidade: sacrifício.

Seria uma morte sem honra, algo impensável tanto para um guerreiro como para qualquer ser vivente e provido de inteligência.

Apenas carne.

Não pareciam ser diferentes dos yaks, as bestas que serviam de alimento para as tropas, trazidas pela guilda de suprimentos.

“Estamos aqui para formar uma frente de batalha, não para pagar com nossas vidas os erros dos outros!!”

Protestou Rirupirin com a voz totalmente transtornada.

Porém, a líder dos usuários de Dark Arts, D., que havia entregue a mensagem, permaneceu com os braços cruzados enquanto olhava friamente o chefe dos orcs com um ar de arrogância, batendo impacientemente seu pé.

“Caso não tenha percebido, isso é uma ordem do Imperador!!”

O líder orc sentiu a garganta arranhar e o ar escapar dos pulmões.

Já havia testemunhado uma ínfima parcela da força do Imperador Vector durante a revolta do Dark General mais do que gostaria de ter visto. Um poder inacreditável, excedendo em muito o de todos os dez generais juntos.

Sua força deveria de ser obedecida, essa era a lei absoluta do Dark Territory.

Ainda assim… ainda assim…

Rirupirin permaneceu imóvel enquanto mantinha seus dois punhos firmemente cerrados ao ponto de quase sangrarem.

Foi então que uma voz muito harmoniosa, incrivelmente destoante para um orc, surgiu em suas costas.

“Meu líder, devemos obedecer às ordens do Imperador.”

Ele girou surpreso ao perceber quem estava ali.

Seu corpo era bem delineado aos padrões de sua etnia, com orelhas finas e longas. Uma fêmea de sua raça.

Ela nasceu em uma família distinta, porém, relacionada à de Rirupirin. Por essa razão acabaram conviveram juntos desde crianças.

Revelando um sorriso tranquilo em seus lábios, continuou:

“Eu e os outros, formando os três mil requeridos, ofereceremos de bom grado as nossas vidas. Faremos isso em homenagem ao nosso Imperador… e também, para mostrar do que nossa raça é capaz.”

“…!!!?”

Deixado sem fala, Rirupirin não pode fazer nada mais do que ranger suas grandes presas.

A orc deu um passo adiante e sussurrou em um tom gentil.

“Riru, eu acredito que… o Mundo Celestial não só recebe os humanos. Certamente os orcs também… vivem lá.

Nós… nos encontraremos mais uma vez, algum dia…”

Ela não precisaria sacrificar sua vida, pelo menos era o que queria dizer.

Contudo, tinha ciência de que levaria um tempo que não tinha para convencer três mil soldados de aceitar aquela ordem irracional sem a ajuda da nobre dama cavaleira, que era exaltada em um âmbito quase divino entre os guerreiros orcs. Certamente, se ela pedisse que compartilhassem de seu destino, todos o fariam sem pestanejar e até iriam com alegria, como de fato ocorrera.

Rirupirin abriu seu punho e segurou a mão da dama enquanto fazia força para falar de maneira inteligível.

“E-Eu… sinto muito Ren… perdão… perdão…”

Ignorando a cena, D.I.L. falou sem um pingo de misericórdia na voz, na verdade, parecia querer transmitir total repulsa em sua fala ao dirigir as palavras para os dois orcs.

“Levem os três mil de suas tropas e permaneçam em formação há cem mels da entrada do vale. Vocês têm cinco minutos.Não se atrasem, isso é tudo!”

O líder dos orcs observou a feiticeira se afastando com um ar cheio de perigosa malícia e volúpia com os olhos cheios de ódio. Porque somente os orcs deveriam sofrer esse tipo de tratamento? Perdeu as contas de quantas vezes tinha se feito essa pergunta e também de quantas vezes ficou sem obter alguma resposta.

Os três mil que marchariam rumo ao local de morte formaram um bloco perfilado e muito ordenado. Incrivelmente, pareciam orgulhosos e triunfantes. Por outro lado, era possível ouvir alguns choramingos em meio às diversas vozes indignadas dos membros de sua raça restantes que se despediam.

O pelotão liderado pela nobre dama e cavaleira orc, montada sobre uma espécie de besta semelhante a um javali ricamente ornamentado com uma armadura de guerra, cruzou valentemente o acampamentos da Ordem dos Dark Knights e da Guilda dos Lutadores. De maneira que parecia uma bandeira de procissão passando pelos demais guerreiros se visto de longe, parando à entrada do vale.

Todas as usuárias de Dark Arts, contando com as que sobreviveram à explosão, estavam de volta. E ao contrário de suas posturas arrogantes e viciadas de antes, mostravam-se agora tremendamente assustadoras e ameaçadoras. Elas circundaram a formação dos orcs e ali permaneceram.

A atmosfera tremeu no momento em que começaram a entoar os comandos horrivelmente dissonantes, machucando os ouvidos de todos, emanando toda a malignidade natural daquela arte horrenda.

“Ah… aargh…!!”

Rirupirin deixou escapar um gemido rouco. Os soldados orcs dentro do raio da evocação caíram no solo negro se retorcendo repentinamente em agonia, menos a dama orc que permanecia em pé.

Partículas brancas de luz começaram a ser extraídas de suas formas retorcidas sem pausa. Logo, transformou-se em algo parecendo um líquido viscoso e preto que foram se acumulando nos dedos das feiticeiras e se metamorfoseando em criaturas que lembravam serpentes bizarras.

Os gritos e gemidos dos três mil soldados chegaram aos ouvidos de Rirupirin de maneira muito vívida.

Juntamente com isso, também vieram palavras orgulhosas.

“Longa vida aos orcs! Glória aos orcs!!”

Os corpos dos soldados estilhaçaram um após o outro. Seu sangue e carne se espalharam se mesclando com as luzes que os deixavam, crescendo em intensidade, mas que ao invés de se dissiparem, eram todos capturados pelas mãos das feiticeiras, sendo transmutados para algo além de compreensão.

Rirupirin estava sobre seus joelhos sem que se desse conta, usando seu punho direito para socar violentamente o solo. As lágrimas se derramavam, escorrendo pelos lados de seu grande nariz, caindo copiosamente na terra enegrecida enquanto criava sulcos.

Sangue fresco abandonava o corpo da dama orc que estava vestida com uma armadura leve muito bem trabalhada. Cada gota ou jorro do líquido quente que a deixava parecia adornar sua vestimenta como se fossem flores vermelhas, pelo menos era isso que sua visão distorcida pelas lágrimas parecia lhe mostrar.

“RENJU…!!!”

E no momento em que o nome saiu de seus pulmões, passou por sua garganta e ganhou o ar… o corpo de sua querida guerreira desabava de vez ao chão, saindo de vista.

As presas de Rirupirin cravaram em seus próprios lábios enquanto o sangue escorria de sua boca.

Humanos desgraçados!!!” – Sua mente gritou.

“Humanos desgraçados” – Sua garganta gritou.

“MALDITOS HUMANOOOOSSSSSS!!!!!!” – Todo seu ser berrou.

Os gritos de fúria e ódio explodiram de sua mente, trazendo um efeito curioso… infligindo uma grande dor em seu olho direito a cada vez que repetia as aquelas palavras, porém, nada doía mais do que a cena a sua frente.

Sword Art Online Alicization Underworld - Exploding - Rirupirin e Senju

***

Dezenas de minutos se passaram.

Nas tendas que serviam como pontos de controle do Exército de Defesa do Mundo Humano os guardas trocavam apertos de mãos e abraços, com promessas de que iriam se encontrar em breve assim que tudo aquilo acabasse.

Aceitando enfim o pedido da Integrity Knight Alice, o comandante Bercouli a incumbiu de outro dever.

Ela carregaria o fardo de ser a Sacerdotisa da Luz, a qual o inimigo tanto se empenhara em capturar, e serviria de isca que atravessaria as frentes de batalha das forças escuras levando consigo um apoio de cinquenta por cento da força de defesa.

Como esperado, Alice se opôs veementemente a essa ideia, porém, o Knight Commander não lhe deu ouvidos.

“Ainda existem muitos no exército inimigo. Não conseguirá passar por eles sozinha. Só conseguiremos atraí-los de maneira convincente se levar uma boa parcela de nosso efetivo contigo.

Com essas palavras finais, a garota não conseguiu mais argumentar. Certamente soaria muito arrogante de sua parte afirmar que poderia sim atrair todos do exército inimigo baseando-se somente no que disse o falecido líder dos ogros.

Além disso, ela planejava levar Kirito consigo montado nas costas de Amayori. Embora não estivesse completamente convencida de que poderia protegê-lo adequadamente enquanto servia como isca para os inimigos, ao menos ele serviria como um porto seguro mental, um elemento reconfortante que não a deixaria sucumbir de maneira alguma.

Já Bercouli, como era de se esperar de sua índole guerreira, conseguiu surpreender todos mais uma vez ao dizer que além de dividir ele também deixaria o posto do Exército de Defesa das fronteiras em breve.

Ele, o comandante supremo e merecido Knight Commander, informou que se uniria pessoalmente à unidade de isca, delegando o comando dos pelotões que ficariam na defesa do vale à Fanatio.

Esta, que juntamente com Deusobert ao ouvir aquelas palavras, deu um passo a frente e contestou imediatamente a declaração dizendo:

“Mas você já fez suficiente não é? Deixe que eu vá e lute um pouco, por favor, descanse!”

Fanatio fitou intensamente os olhos de Bercouli, que respondeu seu pedido com uma estranha advertência e um sorrisinho matreiro nos lábios.

“Ora, ora… mas veja só, desde quando você pode falar assim, se nem para dobrar suas próprias roupas você consegue sozinha se eu não estiver ao seu lado!?”

Essa frase causou uma onda burburinhos com sorrisos entre os cavaleiros e a guarda enquanto Bercouli continuava com seu ar cínico ao se aproximar do ouvido de Fanatio.

Quando estava próximo o suficiente para que ninguém o ouvisse, sussurrou algo que fez Fanatio corar imediatamente, baixando a cabeça e dando um passo atrás.

Da parte de Deusobert, seu protesto cessou no momento em que se deu conta de que não possuía mais flechas para alimentar seu instrumento divino por causa de sua batalha anterior, tendo que esperar que uma equipe de suporte fosse até um povoado mais próximo com o intuito de reabastecer o estoque, contudo, isso levaria facilmente uma ou duas horas, tempo que não dispunha.

O medo e a preocupação estavam estampados nos rostos dos soldados de todos os pelotões. O rumo que tomariam estava completamente nebuloso, não conseguiam mensurar o que seria mais perigoso, ficar ali ou ir adiante. Somente os deuses… ou melhor, apenas o Deus da Escuridão, Vector, o supremo comandante do exército inimigo, sabia quantos seriam destacados para ficar no vale e quantos morderiam a isca e perseguiriam a unidade de avanço para dentro do seus domínios, o Dark Territory.

Os que foram incumbidos de acompanhar a isca terminaram seus preparativos rapidamente, sendo eles, os quatro Integrity Knights do alto escalão, Bercouli, Alice, Renri e Sheeta com seus respectivos dragões voadores, acompanhados por uma companhia de guarda que somavam mil, pelos usuários de artes com duzentos e mais cinquenta componentes da equipe de suporte.

Eldrie insistiu em acompanhar a unidade, porém acabou desistindo após ser duramente repreendido por Alice. As duas aprendizes de Integrity Knights, Linel e Fizel, também protestaram para integrar o grupo, contudo, acabaram por também desistir após o Knight Commander lhes disser de maneira confiante que estava contando com elas para cuidar de tudo ali.

Ao todo, oito carruagens leves, cada qual puxada por duas duplas de cavalos, foram preparadas para o transporte de materiais. Kirito e sua cadeira de rodas estariam em uma delas sendo assistido por suas duas acompanhantes.

Alice ponderou muito em permitir que Tiezé e Ronye seguissem com ela. Porém, alguém tinha que cuidar de Kirito e devido a um fato que ela desconhecia, Renri, um de seu colega de ordem, jurou protegê-las mesmo a custo de sua vida.

Para ser sincera, a mulher cavaleiro tinha poucas lembranças relacionadas à Renri. Contudo, não sentiu nenhuma mentira na determinação demonstrada naquele rosto adolescente e no brilho de seu instrumento divino, as Twin Edged Wings ao fazer tal juramento.

O dragão de Bercouli, Hoshigami, começou seu solene avanço pela terra enquanto todos os soldados o saudavam respeitosamente para logo depois alçar voo.

Alice deu um leve puxão nas rédeas de Amayori e aguardou o momento de partir, mas antes deu uma olhada em direção a Eldrie.

Estava preocupada em como seu discípulo, usualmente falador, mas que agora, permanecia retraído conforme a via se afastando. Porém, no momento em que ia falar algo para ele, Hoshigami deu um rosnado em sua subida inicial como que indicando que era hora de ir, fazendo com que Alice tivesse que voltar-se rapidamente para frente e direcionar a partida para Amayori também.

Sem ter mais tempo, a garota deu um leve toque com seus pés nas costas de seu amado dragão que se elevou do chão com um poderoso bater de asas, sendo imediatamente seguida por Renri e seu companheiro Kazenui e Sheeta em sua montaria chamada Yoiyobi.

Bercouli, que já havia tomando a dianteira, lentamente girou para trás e gritou:

“Muito bem, atacaremos a força principal do inimigo com as rajadas de calor dos dragões ao invés da partir para o combate direto! Nesse momento, não devem ter nenhum tipo de ataque de longo alcance além de seus próprios cavaleiros dragões.”

Todos responderam as instruções do comandante com um sonoro ‘-Sim!’.

O som dos guardas que corriam a cavalo e a pé prosseguiam ritmadamente atrás.

Os quatro cavaleiros do alto escalão tinham a missão de causar o maior caos possível até que os guardas e as carruagens pudessem deixar os limites do vale, se dirigindo para o sul rumo ao lado direito e ganhando uma boa distância.

Incontáveis fogueiras e tochas eram visíveis em meio ao território enegrecido daquele local onde o sol puro poucas vezes tocou.

Realmente era um número alarmante. Apesar de muitos deles terem sido derrotados, parecia que o inimigo ainda contava com um efetivo aterrador de no mínimo trinta mil seres prontos para o combate.

Além disso, sua força militar principal se devia a Ordem dos Dark Knights e a Guilda dos Lutadores, ambos os pelotões possuíam um poder de combate avassalador, contudo, eram baseados em combates a curta distância, não tendo recursos ofensivos efetivos mesmo que também tivessem seus dragões, contra os Integrity Knights montados em seus dragões voadores já em pleno ar enquanto que eles estavam em terra.

Não…!!!

O que era aquilo!??

Uma profusão de vozes guturais, como uma maldição horrenda, chegava aos ouvidos dos cavaleiros trazido pelo vento.

Era algo cadenciado… como se fosse… uma arte!?

Mas era um absurdo, essa zona deveria de estar completamente exaurida, sem energia para qualquer tipo de ritual.

Alice tentava acalmar os próprios instintos.

Contudo, enquanto estava fazendo isso, Bercouli que sobrevoava mais à frente, soltou um grande grito:

“Mas o que esses desgraçados estão fazendo!!??”

***

 

 

 

 

 

 

 

 

 

OLÁ PESSOAS!

SEM TEMPO, SEM DESCULPAS E SEM PRAZO!

SEJAM BEM-VINDOS AO CAOS DA MINHA VIDA!!!

ENTÃO, TIVE QUE ASSUMIR UMA CACETADA DE COISAS NO SERVIÇO E A CADA DIA ESTOU CHEGANDO MAIS E MAIS TARDE EM CASA.

MAS ISSO TEM UM MOTIVO, VOU TIRAR FÉRIAS E PRECISO TERMINAR O PROJETO AO QUAL ESTOU RESPONSÁVEL ANTES.

EXPLICANDO RESUMIDAMENTE:

SOU ENCARREGADO DO SISTEMA NACIONAL DE ATENDIMENTO MÉDICO NUTRICIONAL DOS HOSPITAIS DE CLÍNICAS ESPALHADOS POR ESSE NOSSO BRASILZÃO (se alguém aqui que se internou e ficou sem rango ou recebeu errado, a culpa… não é minha ainda 😉 ).

EM MIÚDOS, O NOME É BONITAÇO PARA BOTAR NA ESTANTE OU NA PORTA DA GELADEIRA, MAS NÃO PASSA DE UMA MONTANHA DE CÓDIGO JAVA E SQLS DIGNOS DE 72 TEMPORADAS DE PURA DIVERSÃO.

SE ESTOU RECLAMANDO? NA VERDADE NÃO! É MINHA PROFISSÃO E CURTO MUITO E SOU BOM NO QUE FAÇO, EMBORA O QUE FAÇO NÃO SEJA… HÃ… BEM, PARANDO POR AQUI PARA NÃO TOMAR UMAS 3 GARRAS NO CRÂNIO (entendores entenderão SNIKT!!!… )…

O CASO É SÓ TER TEMPO PARA FINALIZAR O MÓDULO ANTES DAS FÉRIAS E ISSO ESTÁ ME DETONANDO CONSIDERAVELMENTE (mas alguém tem que pagar as fraldas do chibi hehehe).

 

CHEGA DE PAPO, BORA PARA A ZOEIRA E BACON!!

AINDA ACHO AS I.A. DE UNDERWORLD BEM BUGADAS, OS MOTIVOS SÃO BEEEEEEEEM ESTRANHOS PARA ÓDIO SEM LIMITES, FÚRIA DESMEDIDAS E TAL, MAS CREIO QUE A IDEIA DO SENHOR REKI TALVEZ SEJA ESSA MESMA, MOSTRAR QUE ALÉM DO EUGEO E DA ALICE, POUCOS ALI SÃO UMA I.A. 100%.

FIQUEI COM PENA DA PEPA PIG SENJU, ENTROU NA ESTÓRIA TODA SE QUERENDO E AGORA, VIROU UM DELICIOSO BACON… DIGO, UMA POBRE FLUCTLIGHT ARTIFICIAL DESTRUÍDA…

GEORGE RIRUPIRIN  VAI DAR UMA DESPIROCADA E A PORCA VAI TORCER O RABO (siiiiim, trocadilho like a tiozão bem na sua cara, me processe!).

BERCOULÃO E CIA. LTDA VAI INVADIR E A BATALHA CAMPAL VAI FICAR TENSA, ESSA CENA NO ANIME (que por sinal já deu as caras com as primeiras imagens. Umas bem ruizinhas e outras nem tanto em virtude da troca de staff)… TEM QUE SER MUITO FODA!!!!

E… E…  AAAAHHH, SIM!!! DONA FANATIO SAFADINHA, JÁ DEU UNS PEGAS NO COMANDANTE!!! ( ͡͡ ° ͜ ʖ ͡ °). ISSO VAI SER ENGRAÇADO DE VER NO ANIME HEHEHE.

TERMINEI O CAPÍTULO NO MELHOR ESTILO ‘ÁGUA NA BOCA’, MAS PROMETO NÃO ME DEMORAR A COMPLETÁ-LO (confiem, confiem (づ。◕‿‿◕。)づ  )

BUENO MINHA PESSOAS! ME VOU E ATÉ O PRÓXIMO CAPÍTULO.

FORTE ABRAÇO!!

 

EM TEMPO::

VOCÊS VIRAM QUE ESTREOU SWORD ART ONLINE ALTERNATIVE: GUN GALE ONLINE? O QUE ACHARAM? COMENTEM AÍ!! EU VI E FICOU BOOOOOOMM, APESAR DE OBVIAMENTE QUERER REFERÊNCIAS TODO O TEMPO XD.

FUI!!!

 

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Essa música trás à tona todo o sentimento de repúdio que o líder dos orcs está sentindo, tanto pelos humanos, pelo seu rei, quanto por ele próprio. Som nos fones/caixa 😉

 

 

 

  • Cleverson

    Toda essa parte da guerra não vejo hora de ver animado, espero muito que seja com boa qualidade as primeiras imagens foram triste mesmo. Toda imagem da LN que vejo colorida me surpreende trabalho incrível esse seu Andre parabéns.
    Novo anime achei que teria mas ação no episódio e ficou na estratégia, fechou bem o final cena de luta da LLENN gostei do começo espero que continue supreedendo.

    • André Brandão

      Pois então, as primeiras imagens do filme também foram recebidas de maneira semelhante, cheios de ‘porém isso e aquilo’, mas no fim, ficaram bem legais, creio que podemos esperar algo do gênero para esse arco.
      Ultimamente ando tendo uma certa dificuldade para terminar as imagens pela falta de tempo. A colorização nunca foi meu forte, entretanto, até que estou me acostumando e gostando, embora isso acarrete uma maior demora em virtude de sempre achar que devo fazer algo mais. Obrigado pelo feedback.
      Ainda não vi o segundo capítulo, mas acho que se manterá no estilo que já estamos acostumado.
      Forte abraço!

  • Roni Nunes

    Coitada da pepa, firo bacon antes de entrar na briga^^, no anime creio que vai simplificar bastante essa emoçao ai e a historia do jeorge la nem vao contar provavelmente, mas espero que fique show a enrredo que eles fizerem,
    O novo anime teve um começo mais lendo, porem foi mais pra reapresentar o mundo de ggo e um pouco dos personagens, no proximo epi deven focar mas no trauma de altura da llen^^ esperar e ver^^

    • André Brandão

      Sim, no anime certamente vão rushar muito disso, vamos aguardar que não cortem demais.
      É bem normal começar lento para poder dar tempo para a galera se acostumar aos novos personagens. E a dona Llenn é uma lindinha e já está na minha lista de favoritos hehehe.

  • Trafalgar Law

    Obrigado pelo capítulo.
    Espero que não deem uma rushada no anime kkkkkk

    Sobre o SAO Alternative, gostei mais do 2º episodio do que do 1º

    …e segue uma imagem promocional do anime Alicization: https://uploads.disquscdn.com/images/c4f2011bd9ab2f9424cefc3ad0f9cbcd7c5b8e15216fb2b7f29fb75cfd811d7b.jpg

    Fui, até a próx. parte! o/

    • André Brandão

      Cara, vão dar uma rushada violenta, infelizmente! Contudo, teremos sempre o site aqui para mostrar 100% de tudo hehehe.
      Ainda não vi o 2º capítulo, mas até o fim dessa semana o farei.
      Essa imagem está mais próxima do traço normal, embora aí mostre os 3 na fase criança, não me desagradou.

      Ah! Valeu pelo meu aceite lá no grupo do Portal SAO e pela divulgação.
      Forte abraço!

  • Spoiler: se eu estiver contando certo o andamento da história, vocês ficarão tristes no próximo capítulo, assim como eu fiquei 🙁

    • André Brandão

      🙁

  • Luiz Miguel YLOVEASUNA

    Gostei do novo S.A.O bem interessante mas nao sabia que a criação de avatares era automática.

    • André Brandão

      Eu também curti.
      Se não me falha a memória, quando o Kirito entrou em GGO, o carinha que parou ele para comprar seu avatar falou que um dos plus do game era essa criação automática, que no caso da conversão de conta ainda tinha o esquema de sequer escolher muito a aparência ou gênero.
      Mas como faz tanto tempo que li, posso estar falando besteira.

  • Emanuel Tavares

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk leafa !????? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk puta merda lembra muito ela essa porca na foto

    • André Brandão

      Easter pig… digo… egg 😀 😀 😀

  • Pedro

    Hmmm, então a fanatio tá meio q na de kirito e tb já deu ins pegas no comandante!? Que furada hahaha

    • Pedro

      Uns*

    • André Brandão

      Na dúvida, atire para todos os lados, alguém há de ser acertado! ¯_(ツ)_/¯