Sword Art Online Alicization Dividing em Português – Underworld – Capítulo 11 – Parte 2.1

Arco: Alicization –Dividing

Capítulo 11

Parte 2

Sword Art Online Alicization - Dividing - Vol. 13 - Eugeo e Quinella
Você é a minha mãe?

“Eugeo.

Eugeo…

O que houve?

Teve um pesadelo…?”

Uma luz alaranjada tremulava no interior da lamparina com um som muito suave.

Em pé no corredor, Eugeo estava com parte de seu rosto afundado no seu travesseiro, enquanto o abraçava fortemente.  Olhava para dentro do cômodo através da porta ligeiramente aberta, escondendo parte de seu corpo.

Havia duas camas simples de madeiras dentro daquela habitação, mas provavelmente caberia muito mais ali, já que seu tamanho assim o permitia. A da direita estava vazia, com somente uma colcha recém-lavada e dobrada depositada em cima.

Uma silhueta muito esbelta estava sobre a cama da esquerda, olhando Eugeo com sua parte superior do corpo ereta.

Não era possível visualizar seu rosto muito bem na parca luz da lamparina. Vestia uma camisola de um branco muito puro, aberta em um decote muito acentuado, mostrando boa parte de sua pele desnuda, igualmente alva como sua vestimenta.

Tinha cabelos longos e soltos se espalhando pela cama, tão suaves quantos fios de seda da mais alta classe.

Mesmo a pouca luz, seus lábios lindamente brilhantes, mostravam um sorriso aconchegante.

“Está com frio, não é? Venha até aqui, Eugeo!”

A colcha sobre suas pernas lentamente se ergueu. Aquilo de fato não parecia ser feita de tecido e sim de um material líquido viscoso, quente e escuro. Nesse momento, a friagem do corredor em que se encontrava pareceu aumentar exponencialmente.

Então, seus pés se moveram antes que pudesse pensar.

Eugeo foi-se dirigindo à cama com passos incertos.

Estranhamente, conforme se aproximava, a luz da lâmpada parecia ficar mais e mais fraca, fazendo o rosto daquela mulher continuar jogado à penumbra. Porém, nada disso importava para Eugeo, seus pensamentos estavam cheios de desejo de se esquentar naquela cálida escuridão, por isso, seguiu caminhando.

Gradativamente, sua visão foi-se estreitando, se estreitando, até… ficar apenas um único ponto, mas nem mesmo isso o fazia se sentir estranho ou desconfortável.

Finalmente chegou à cama. Percebeu que a mesma era absurdamente alta, então, jogou o travesseiro em sua superfície e se preparou para subir.

Nesse momento, um pano muito suave se agitou sobre ele, jogando sua visão em total escuridão. Mas o garoto apenas continuou seguindo em frente, deslizando mais e mais para dentro daquele mundo tingido de negro.

Poucos instantes depois, seus dedos entraram em contato com uma porção de pele quente, cheirosa e muito macia.

Eugeo a abraçou como em um sonho, afundando todo seu rosto naquela pele volumosamente sedosa, que o envolvia totalmente o aconchegando em seu meio.

Embriagado por um sentimento extremo de apaixonante satisfação, o garoto se acomodou fervorosamente como uma criança sendo afagada por sua mãe. Sentindo ser envolvido por um terno abraço que percorria suas costas, alisando sua cabeça, Eugeo finalmente conseguiu reunir forças para perguntar:

“Mãe…? É você, mamãe?”

A resposta chegou imediatamente.

“Sim… sou sua mãe, meu querido Eugeo.”

“Mãe… minha mãe…”

Submergindo cada vez mais na escuridão quente e úmida, Eugeo murmurava.

E no final dessa descida rumo ao nada, algumas dúvidas de repente surgiram, como uma borbulha em um pântano, dentro de sua mente anestesiada.

Minha mãe… sempre foi tão magra e com a pele tão suave?… Porque essas mãos, que normalmente trabalham na lavoura, não têm sequer um único calo?… E… porque meu pai não está deitado ao seu lado? Onde estão meus irmãos que sempre tiveram mais atenção de minha mãe do que eu…?

“Você… é realmente minha mãe?”

“Sim, meu pequeno Eugeo. Sou sua única mãe.”

“Mas então… onde está meu pai e os meus irmãos…?”

…!

“Hehehe… Mas que garoto estranho…

Você mesmo os matou, não é mesmo?”

De repente seus dedos ficaram muito úmidos.

Eugeo abriu as mãos e arregalou os olhos.

Apesar da quase total falta de iluminação, pode ver claramente o sangue extremamente vermelho e pegajoso escorrendo de seus dedos.

“…Aaaaaaaah!!!!”

Gritou enquanto impulsionava seu corpo para trás.

Estava desesperado, limpando suas mãos pegajosas contra a camisa.

E somente depois de limpar inúmeras vezes gritando em pânico, que notou que na verdade a umidade que sentia nas mãos não era sangue, mas apenas… suor.

“…!”

Tudo não tinha passado de um sonho ou uma alucinação, pelo menos isso foi a essa conclusão que conseguiu chegar enquanto tentava apaziguar seu coração que estava aos pulos.

A sensação de ter feito algo tão terrível, foi o suficiente para transformar aquele suor todo em algo muito frio, quase tétrico. Tentava a todo instante se convencer que não tinha passado de um sonho… não, de um terrível pesadelo.

Meus pais… desde o momento em que abandonei Rulid, nunca mais tinha pensado neles.

Sussurrando mentalmente, Eugeo apertou os olhos com força e tentou se acalmar, respirando pausadamente.

Sacudiu a cabeça para tirar aquilo de sua mente. Queria arrancar as sensações desse sonho se convencendo e se baseando no que tinha por verdade.

Que esse tipo de situação era um capricho da deusa da lua, Lunaria, que adorava pregar essas peças nas pessoas, incutindo tantos sentimentos bons quanto ruins em seus cérebros, porém, sabia que eles eram apenas isso, lembranças de fatos que não eram reais, sem nenhum significado.

Depois de se acalmar, começou a tentar resolver outra dúvida… sua localização. Vagarosamente levantou os olhos por entre os joelhos, pois sem mesmo sentir, tinha se encolhido, deitado de lado, agarrado aos seus próprios joelhos.

O que entrou primeiramente em seu campo visual foi um enorme tapete vermelho, com uma incrível quantidade de intrincados símbolos e imagens tecidos nele. Não tinha condições de especificar qual seria o valor daquela peça, mas levava muito jeito de ter sido comprado em alguma das caríssimas lojas têxteis do quinto distrito de Centoria do Norte.

Seja como for, essa tapeçaria se estendia até onde sua vista podia alcançar, não podendo de fato ver onde terminava.

Então, fixou o olhar no horizonte e finalmente conseguiu divisar uma parede com uma lista de madeira e pedra. Havia também pilares dourados em forma de espadas gigantescas em intervalos regulares com cristais inseridos entre eles segurando a estrutura do teto. Pouco depois viu que aquela divisa da parede poderia não ser de madeira, mas sim uma linha de janelas com grandes vitrais.

A construção era tão complexa que duvidava que fosse encontrado em outro lugar algo semelhante, nem mesmo nos castelos dos quatro imperadores.

Confirmou sua hipótese de que a divisão que cortava horizontalmente a parede de pedra era de fato janelas, pois conseguiu identificar nuvens tingidas de azul pela luz da lua, através das vidraças. E pelo ângulo, essa construção se encontrava muito acima das nuvens.

Eugeo ficou encantado com a lua cheia, com seu prateado azulado, calmamente flutuando no céu noturno.  Então, olhou mais para cima e viu uma assombrosa quantidade de estrelas piscando silenciosamente à distância, rodeando tudo. A luz que vinha desse incrível cenário era algo para se admirar realmente. Após um breve instante de contemplação, julgou que pela altura da lua, deveria ser um pouco mais de meia noite.

Ao que tudo indicava, o dia havia terminado e iniciado outro… era agora o vigésimo quinto dia do quinto mês…

Por último, Eugeo ergueu mais o olhar. O teto fazia um círculo perfeito, muito além de sua cabeça e não parecia ter algo depois dele, nem mesmo uma escadaria.

Isso só podia significar uma coisa, que essa era a habitação mais alta da Catedral Central.

Aquele magnífico teto era esplendidamente decorado com uma obra de arte muito vívida.

Cavaleiros com armaduras resplandecentes, iluminados, lutando ferrenhamente contra hordas de monstros, na divisa de uma cordilheira…

Parecia ilustrar a história da própria criação. Cada um dos locais do mundo ilustrado por um cristal, brilhando como as estrelas no céu.

Mas por alguma razão, a presença que deveria ser o tema central da pintura não estava ali. Stacia, a deusa da criação. No lugar onde deveria ter algo, na verdade estava em branco.

Eugeo franziu o rosto por um tempo e depois começou a se levantar, meio que engatinhando. Ao fazer isso, percebeu algo diferente, que o fez se virar rapidamente para trás.

“…!”

Ele estava sem palavras. Ao olhar para suas costas, percebeu que na verdade estava em uma cama gigantesca.

Ela tinha a forma circular e parecia medir certa de dez mels de diâmetro, com quatro postes dourados segurando uma armação, um dossel, também de ouro, com cortinas violetas, dispostas uma sobre as outras. E além disso, uma camada de tecido branco, muito parecido com a seda do império oriental, cobria toda a superfície macia, reluzindo a luz das estrelas que se filtravam por entre as janelas.

Nisso, viu que uma única silhueta imóvel, languidamente estendida bem no centro da cama. Como antes, em seu devaneio, não conseguia visualizar muito mais do que seus contornos, devido à luz e os tecidos do dossel.

Eugeo engoliu em seco enquanto sentia um arrepio percorrer a espinha. Não podia crer que tinha entrado naquela situação sem perceber onde realmente estava e também não sentir a presença de outra pessoa.

Mas antes de considerar que aquilo era real, devia colocar seus pensamentos em ordem.

Ao que tudo indicava, tinha caído e adormecido profundamente durante horas, tendo imaginado tudo aquilo que sonhou agora a pouco, apoiado nessa cama enorme.

Porém… como acabei aqu-…?

Quando chegou nesse ponto, Eugeo finalmente se lembrou da última cena que tinha registrado.

Sim… eu estava lutando com o antigo herói das histórias… com o Knight Commander Bercouli.

Respirou fundo.

Acabei ficando preso com ele no gelo devido a liberação das memórias da Blue Rose… e então… aquele homenzinho com uma roupa bizarramente espalhafatosa apareceu e… nos pegou de jeito. Acho que se chamava Chefe Elder Chudelkin.

Ele quebrou facilmente todas as rosas com seus sapatos e depois disso…”

Sua memória chegava somente até aí. Era certo que aquele estranho palhaço tinha arrastado ele até ali, mas não sabia por qual motivo.

Instintivamente levou a mão até a cintura e percebeu que sua querida Blue Rose Sword não se encontrava.

Foi tomado por uma enorme sensação de impotência enquanto focava o olhar naquela silhueta sobre a cama. Seria um inimigo? Um aliado…? Não, ele estava sem dúvida alguma ainda dentro da Catedral Central e no último andar, onde somente uma pessoa poderia estar aqui… e ela estava longe de ser um aliado.

Pensou imediatamente que o melhor a fazer seria fugir, porém, o desejo de conhecer a identidade daquela pessoa falava muito mais alto.

Entretanto, não importava o quanto se esticasse, não conseguia visualizar o rosto por trás daquelas camadas de tecidos.

Suspirou silenciosamente e então apoiou o joelho direito na cama.

Puxou a camada de pano branca que também o cobria como se fosse neve. E ao fazer isso, foi tomado mais uma vez em pânico. A sensação do toque daquele magnífico tecido, lhe trouxe novamente a lembrança do pesadelo. Inevitavelmente, voltou a suar, encharcando a parte daquele lindo material.

Eugeo se sentiu tragado mais uma vez pela cama. Seu corpo todo reagiu tremendo descontroladamente. Mas não era hora para aquilo, tinha que se manter calmo.

Então, ficou imaginando se aquela seda toda, que tinha virado um imenso lençol, havia sido criada por alguém? Lembrou-se da vez que ficou meio ano para produzir um único, pequeno e fino cobertor, e que acabou se desfazendo rapidamente, deixando para trás um monte de penas de pato espalhadas.

Depois de conseguir finalmente reaver o controle de seu corpo, se pôs de quatro na cama e começou a se dirigir lentamente para o centro da cama.

Com cautela, foi-se arrastando, engatinhando pela incrível superfície. No meio do caminho, Eugeo teve sua atenção desviada, pois suas orelhas tinham captado algo. Mesmo que quase inaudível, ainda conseguiu identificar o som bem fraco de respiração.

Não havia erro, a figura no centro da cama estava adormecida.

Timidamente, o garoto elevou sua mão direita à frente e lentamente ergueu o tecido a sua frente.

No momento em que a luz branca azulada da lua alcançou a metade cama, Eugeo arregalou os olhos.

Havia uma solitária mulher deitada logo ali.

Vestida com uma roupa leve de cor violeta, exatamente no mesmo tom de cor da Janela de Stacia, costurada com fios prateados, ela estava adormecida com as mãos pálidas e magras cruzadas sobre seu corpo.

Seus braços e dedos eram finos como os de uma boneca, porém, tinham duas elevações bem protuberantes. Eugeo logo se deu conta o que eram.

Tratava-se de seus seios que escapavam de seu enorme decote aberto, reluzindo sob a luz da lua.

Imediatamente o garoto constrangido desviou o olhar, mas algo quase magnético o fazia sempre voltar e admirar aquela bela cena.

Por fim, viu o que estava querendo desde que acordara, seu rosto adormecido.

A sensação que teve era como se sua alma estivesse sendo absorvida, tudo mais a sua volta perdeu o foco e só havia aquela mulher.

Como podia ser tão perfeita? Pensou no fundo de seu íntimo, extrapolando os limites da razão.

Por alguns momentos, um pensamento quase mecânico tomou conta de sua capacidade de raciocínio. A Integrity Knight Alice, a qual tinha enfrentado no andar oitenta, era o ser humano mais lindo que ele tinha posto os olhos até agora, sua beleza era impecável, porém, ainda assim permanecia dentro dos padrões humanos. Nada mais natural, pois Alice era de fato uma humana.

Porém, essa existência que ali dormia, há menos de um mel a sua frente era completamente…

Será que o melhor escultor dessa capital, desse mundo, conseguiria fazer uma obra tão perfeita quanto essa? Eugeo não conseguia encontrar palavras, adjetivos para descrever nem sequer uma fração de sua beleza. Tentou comparar seus lábios com as flores, mas não existia nesse mundo humano uma planta com tamanha magnitude e perfeição.

As curvas de seu rosto, com as pálpebras fechadas e seu longo cabelo que fluía como o desaguar de uma cachoeira, pareciam ser feitos da prata mais pura e brilhante.

Era um brilho contundente, diria até… frio, em tons branco azulado, refletindo a luminosidade da lua.

Antes de se dar conta, Eugeo já havia perdido sua racionalidade, estava agindo como uma mosca indo em direção ao melado, uma mariposa prestes a se queimar na luz de uma lamparina.

Só a vontade de tocar aquelas mãos, cabelos, rosto… já esvaziava qualquer tentativa de cognição e raciocínio.

Quando se aproximou lentamente, se ajoelhando ao seu lado, uma fragrância que nunca havia sentido antes chegou suavemente no ar.

Sua mão direita a tocaria em mais alguns instantes… sua pele alva entraria em contato com a sua… só mais um pouco…

Não continue, Eugeo!!

Corra!!!

Escutou alguém gritando ao longe.

Foi como se pequenos fogos de artifícios explodissem dentro de sua mente, dispersando parte da neblina que envolvida e entorpecia sua consciência.

Eugeo arregalou seus olhos imediatamente enquanto recuava sua mão.

“Essa voz… onde eu já ouvi…?”

Perguntou se aquilo era um novo sonho.

Sua capacidade de pensar estava retornando lentamente.

“O que… está acontecendo comigo…? O que estou fazendo…!?”

Baixou o olhar para a mulher e o local em que se encontrava em sua frente e percebeu que tudo à sua volta parecia meio… viscoso, perigosamente tentador, tentando jogá-lo mais uma vez em um estado de sonolência.

Apertando os olhos em pânico, sacudiu violentamente a cabeça, tentando resistir a crescente vontade de se entregar aos seus desejos.

Pense! Vamos, pense!!!

Dizia para si mesmo.

Eu sei que conheço essa pessoa. Alguém que dorme em uma luxuosa cama no andar mais alto da Catedral Central. Alguém que detém a máxima autoridade sobre a Igreja Axiom… o governante do Mundo Humano…

“…Em outras palavras… a Administrator!”

Eugeo falou em voz alta esse nome, reavivando todas suas memórias.

A responsável por ter raptado Alice e roubado suas recordações. A mesma que a transformou em uma implacável Integrity Knight.

O usuário de artes sagradas que mesmo a antiga sábia, Cardinal, a qual possuía um poder incomensurável, não conseguia mais rivalizar.

O inimigo principal de Kirito e Eugeo.

Era justamente essa maldita criatura que estava agora indefesa, dormindo em sua frente.

“Será que eu consigo… ?”

Sussurrou enquanto movia sua mão esquerda trêmula até a cintura, porém, sua espada não estava ali, tinha sido roubada pelo tal chefe Chudelkin ou então, ainda continuava mergulhada na piscina congelada.

Não importava agora, pois mesmo que estivesse dormindo, ainda assim sem uma arma, ele não conseguiria…

Não, ainda restava uma alternativa. Uma pequena adaga, que apesar de seu diminuto tamanho, era um artefato magnífico, tão ou mais poderoso dos que os instrumentos sagrados dos cavaleiros em determinado sentido.

Eugeo buscou em seu peito com a mesma mão esquerda, pressionando sua camisa.

Imediatamente sentiu uma espécie de cruz assomar seu esterno, e essa era de fato, a cartada definitiva de Cardinal.

Se cravasse essa adaga no corpo da Administrator agora, ela provavelmente seria incinerada em um instante pela arte ofensiva que Cardinal havia reservado especialmente para ela.

Então…

“…Gh…!”

Eugeo sentiu uma profunda angústia enquanto segurava a pequena adaga em sua mão.

Essa arma deveria ser usada na Integrity Knight Alice. E é claro, provavelmente se for usada nela, não irá queimá-la até a morte, apenas a fará dormir para Cardinal poder restaurar suas recordações e trazer de volta a antiga Alice.

Se isso não ocorresse, derrotar a Administrator não teria sentido algum para Eugeo. Até podia haver alguma possibilidade de fazer com que ela retornasse ao seu antigo eu caso ele não utilize a adaga, porém, não tinha certeza de seu sucesso.

Preso entre a dúvida e o dever, Eugeo mais uma vez ouviu a misteriosa voz.

Eugeo… corra!!

Porém, antes que aquela distante voz chegasse com intensidade em sua consciência…

Os olhos prateados da mulher que estava deitada, suavemente estremeceram.

Suas grandes pálpebras brancas lentamente se ergueram e fitaram o assombrado Eugeo.

Sua visão estava congelada, não conseguia falar e nem mover sua mão esquerda que continuava a apertar a pequena adaga.

Sua capacidade de pensar, recentemente restaurada, mais uma vez foi dispersa, o levando para o reino do nada.

A mulher tornou a fechar e novamente abrir aqueles enigmáticos olhos lentamente várias vezes até que pouco tempo depois, se abriram completamente.

A Administrator estava desperta.

 

AÍ ESTÁ UMA MULHER QUE REALMENTE MEXE COM A CABEÇA DAS PESSOAS.

POBRE EUGEO…

Sword Art Online – Alicization Dividing

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